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Três meses depois, Fenprof consegue primeira reunião com o Governo

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A gestão das escolas, a municipalização, a recuperação do tempo de serviço dos professores, o desbloqueamento das progressões aos 5º e 7º escalões, ultrapassagens, horários de trabalho, aposentações e precariedade são os temas que os dindicatos pretendem levar ao Governo, quarta-feira, pelas 17.30 horas.

Apesar de já ter sido aprovado o OE na generalidade, a Fenprof considera útil apresentar ao Governo as suas prioridades para a área da Educação, bem como analisar o Caderno Reivindicativo dos Professores e Educadores, estabelecer prioridades e calendarizar os processos de modo a encontrar soluções.

Na reunião vai ser ainda entregue um Abaixo-Assinado com milhares de assinaturas de educadores e professores exigindo respeito pelos seus direitos, justiça na carreira e melhores condições de trabalho nas escolas.

No comunicado enviado à imprensa, a Fenprof relembrou que o Ministério da Educação não quis receber a federação para uma primeira reunião, após a sua tomada de posse, para fixar prioridades para a área. Os sindicatos também se queixam de não ter tido resposta a qualquer dos problemas apresentados, apontados como urgentes, como horários de trabalho ou a remoção de amianto nas escolas.

A Federação de Professores recorda que, no início da legislatura, conseguiu reunir com todos os grupos parlamentarares para apresentar o Caderno Reivindicativo dos Professores e Educadores e as suas propostas para o OE2020. Reuniu também com representantes da Presidência do Conselho de Ministros. Faltou apenas uma data para reunir com algum responsável do Ministério da Educação, que chegou esta semana.