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Rodrigo Moita de Deus, quem és tu para falares dos professores?

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Na passada sexta feira dia 17 de novembro no programa da RTP “O Último Apaga a Luz”, Rodrigo Moita de Deus, um dos comentadores residentes, apelidou os professores de miseráveis!

Muito mais foi dito por este querido comentador, que nada percebe de educação!

Não devemos deixar que os nossos impostos sejam gastos em comentadores destes!

Demagogia pura, ignorância atroz…

Algumas expressões deste “senhor” no seu balbuceio:

“milhares de crianças prejudicas”

“na prática temos um corporação que domina o sistema de ensino e todas a politicas não são educativas, são para a corporação”

“Não se discute politicas educativas, discutimos se os professores estão ou não contentes”

“um professor por cada onze alunos”

“Resultados miseráveis”

“aulas para explicar aulas que reconhece que o professor é incompetente”

“onde está o meu dinheiro? Vai para o salário de professores que não estão nas aulas”

“Os resultados miseráveis que os nossos alunos têm é porque têm professores miseráveis”.

Veja o video aqui.

FONTE: RTP

9 COMENTÁRIOS

  1. Na minha humilde opinião (não tenho muitos estudos), todos estes problemas se devem a políticos, banqueiros, empresários, e outros indivíduos que fazendo parte desta sociedade corrupta, continuam em pleno século XXI a encher os bolsos à custa dos pobres trabalhadores.
    Enquanto a política não se separar definitivamente da religião, e não tivermos uma justiça isenta e com mão cada vez mais pesada para toda esta escumalha que quando as coisas correm mal se vão meter debaixo das batinas da igreja para purgarem os seu pecados e taparem os olhos aos cidadãos trabalhadores, que infelizmente nem sequer ganham o suficiente para poderem participar em manifestações, porque isso tem custo que afetariam os seus orçamentos familiares e não só.
    Enquanto não ouver uma profunda revisão constitucional, que condene toda esta escumalha que ocupa cargos públicos a penas duplicadas e mesmo triplicadas, viveremos sempre nesta corrupção circular que impede todas as pessoas de bem, de terem ordenados compatíveis para uma vida razoável nesta rápida e efémera passagem por este canto do universo.
    Se assim fosse, toda esta cambada pensaria meia dúzia de vezes antes de se candidatarem, e talvez outra classe de cidadãos, com outros valores mais ‘saudáveis’ pensassem em candidatar-se.

  2. Que pena! Que figura triste de quem nao tem nada para dar a nao ser dizer mal de tudo o que esta para alem do seu umbigo! Criticar nao e dizer atricidades. E, acima de tudo, refletir, apresentar propostas! Mas, para isso, e preciso, conhecer a realidade do que se fala! Repito: Sinto pena de quem e tao ignorante e narcisista!

  3. Eu vi e confesso que fiquei preocupada com as afirmações proferidas por este senhor que revela uma total ignorância sobre o ensino/educação em Portugal, a realidade das nossas escolas, o perfil dos nossos alunos, o trabalho muitas vezes inglório dos nossos docentes que chegam a colocar em causa a sua própria família a fim de cumprirem com dignidade o seu trabalho horas sem fim, sim porque não têm horário, pois para além do horário das aulas há um sem fim de burocracias que se prolongam sem hora. É triste ouvir palavras tão indignas dirigidas a uma classe que merece respeito, consideração, apoio, pois a Educação é o princípio de uma sociedade equilibrada e com sucesso. Chamo àquele discurso a banalização das palavras, oco, vazio e ofensivo.

  4. que vergonha este senhor!!!!! como podem as crianças respeitar os professores, ao ouvir este tipo de discurso? não sou professor, mas senti vergonha.

  5. Conheço vacarias por este país fora que aceitam trabalhadores.
    Precisam os candidatos(as) de saber interpretar certos sinais:
    1- perceber olhares de bovinos
    2- compreender as diferenças dos tons dos diferentes mugidos
    3- relatar as diferenças em programas específicos, como os utilizados em plataformas do género do Facebook e afins.
    PS – Será necessário saber diferenciar género. Ou vaca ou boi!
    Bons escritos!

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