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Projeto Maia – Formação 50 horas gratuita

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Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica: Projetos de Intervenção nos Domínios do Ensino e da Avaliação
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

OFICINA

   50.0 HORAS 
  PRESENCIAL 
   EDUCADORES DE INFÂNCIA, PROFESSORES DO ENSINO BÁSICO, SECUNDÁRIO E EDUCAÇÃO ESPECIAL

 Escola Secundária de Fonseca Benevides

A avaliação pedagógica tem assumido uma centralidade inegável nas políticas educativas e curriculares, com efeitos concretos nas práticas de ensino e aprendizagem, designadamente na promoção do “sucesso escolar”. A publicação do Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho, consagra mudanças significativas ao ..

CONTEÚDOS

1. Enquadramento curricular: documentos de referência – 3 horas;

2. Natureza e Fundamentos da Avaliação – 1 hora;

3. Avaliação formativa e avaliação sumativa – 4 horas;

4. Feedback: natureza, distribuição e utilização por alunos e professores- 4 horas;

5.Aprendizagens Essenciais, Critérios de avaliação, Descritores de Níveis de Desempenho e de Standards. – 4 horas;

6. Processos de recolha de informação – 4 horas;

7. Apresentação, discussão e avaliação dos projetos e materiais desenvolvidos no âmbito da oficina – 5 horas.

METODOLOGIAS

Sessões presenciais Neste âmbito, os formandos desenvolverão trabalho colaborativo e cooperativo, com o devido enquadramento teórico, em torno da construção de projetos e de materiais para a respetiva implementação em contexto real de aprendizagem, assim como a reflexão crítica, a par e passo, sobre os resultados obtidos e as mudanças que deverão ser adotadas. Sessões autónomas Estas sessões serão realizadas em contexto real de aprendizagem com o desenvolvimento e a aplicação dos projetos pedagógicos e didáticos, assim como dos materiais elaborados numa lógica de investigação-ação, sendo criada uma comunidade de prática.

AVALIAÇÃO

De acordo com o RJFCP – Decreto-Lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro – e nos termos dos nºs 5 e 6, do artigo 4.º do Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio, valorizando-se uma lógica formativa e de acompanhamento. Assim, a avaliação dos formandos terá incidência: (1) Na participação e no trabalho contínuo realizado ao longo das sessões presenciais; (2) Na componente de trabalho individual, tendo em conta a qualidade dos projetos e materiais produzidos e apresentados em plenário.

MODELO

Aplicação de inquéritos por questionários aos formandos e aos formadores.

BIBLIOGRAFIA

Brookhardt, S. (2013). How to create rubrics for formative assessment and grading. ASCD: Alexandria, Virginia. Brookhardt, S. (2008). How to give effective feedback to your students. ASCD: Alexandria, Virginia. Fernandes, D. (2011). Articulação da aprendizagem, da avaliação e do ensino: Questões teóricas, práticas e metodológicas. J. M. DeKetele & M. P. Alves (Orgs.), Do currículo à avaliação, da avaliação ao currículo, pp. 131-142. Porto: Porto Editora. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/6988] Fernandes, D. (2004). Avaliação das aprendizagens: Uma agenda, muitos desafios. Cacém: Texto Editores. [http://repositorio.ul.pt/handle/10451/5509]

 

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