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Professores| STOP convoca manifestação a 28 de janeiro

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Professores não param!

Convocada manifestação de professores para dia 28 de janeiro.

2 COMENTÁRIOS

  1. Concordo plenamente com a proposta anterior, vai ser difícil ir a Lisboa na próxima semana, já que é final de semestre e temos avaliações para fazer…eu não poderei ir a Lisboa, são 400km para cada lado …repensem a situação

  2. A marcação de uma manif para dia 28/01, 2 semanas após outra manif em Lisboa, e estando agendada outra para dia 11/02, embora possa compreender o motivo e louvar o voluntarismo, pode revelar-se contraproducente, levando a alguma desmobilização. As desvantagens são:
    – esvaziamento da manif de 11/02
    – dispersão de formas de luta, podendo ficar a aparência de disputa territorial entre sindicatos
    – pedido um esforço muito maior a todos os docentes que não pertencem à área metropolitana de Lisboa
    Por isso, a realizar outra manif, talvez seja melhor noutro modelo, para não ser redundante e não provocar cansaço numa determinada área.
    Assim, propunha a manif/marcha/arruada a nivel regional ou nas capitais de distrito, ou seja, 2 hipóteses:
    1- todos os docentes de um distrito executarem manif/marcha/arruada na respetiva capital de distrito.
    2- docentes de várias capitais de distrito confluirem numa de maior densidade populacional. Por exemplo, as cidades seguintes onde ocorre o evento abrangiam docentes dos seguintes distritos:
    – manif/marcha/arruada em Lisboa (docentes vindos de Santarém, Setúbal)
    – manif/marcha/arruada no Porto (docentes vindos de Aveiro, Viseu)
    – manif/marcha/arruada em Coimbra (docentes vindos de Leiria, Castelo Branco)
    – manif/marcha/arruada em Braga (docentes vindos de Viana do Castelo, Vila Real)
    – manif/marcha/arruada em Évora (docentes vindos de Beja, Portalegre)
    – manif/marcha/arruada em Guarda (docentes vindos de Bragança)
    – manif/marcha/arruada em Faro (docentes vindos de todo o Algarve)

    Argumentação da proposta:
    – mostrar que Portugal não é só Lisboa
    – mostrar que a educação é nacional, com as suas especificidades regionais
    – menos oneroso financeiramente e cronologicamente para os protestantes (podendo permitir que vários participem, que na circunstância habitual de ir para Lisboa não poderiam fazer), permitindo manter a pressão ao longo do 2º semestre porque é mais prático organizar este evento nesta modalidade mais frequentemente.

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