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Obrigado RADUM! Conseguiram destruir a luta dos professores! – Francisco Silva

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Num país muito tranquilo chamado Lagutrop, um grupo de professores uniu-se por um motivo aparentemente nobre.  Lutar por melhores condições de trabalho e educação de qualidade. Composto por indivíduos com interesses diversos, mas que compartilhavam o desejo de ver um sistema educacional mais justo e eficaz.

Os professores sob a liderança do sindicato POTS, uma organização dedicada à defesa dos direitos dos profissionais da educação, mobilizaram-se durante um ano de forma intensa e determinada ganhando inclusive o apoio da comunidade e da comunicação social.

No entanto, os “Amigos da Educação”, infiltrados no sindicato, tinham motivações ocultas. Enquanto publicamente apoiavam os professores e prometiam trabalhar em prol da educação, nos bastidores estavam a elaborar um plano ambicioso. Eles acreditavam que, ao capitalizar a mobilização dos professores, poderiam criar o seu próprio partido político e alcançar posições de poder.

Conforme a mobilização dos professores ganhava força, os “Amigos da Educação” começaram a construir a sua plataforma política. Delegados e comissões de greve foram constituídas por todo o país. Eles aproximaram-se dos professores e ofereceram-se para ajudar com campanhas, recursos e exposição na comunicação social. No entanto, o seu verdadeiro objetivo era conquistar o apoio dos professores para os seus próprios interesses políticos e pessoais.

À medida que as eleições se aproximavam, o grupo começou a distanciar-se da causa dos professores. Eles prometiam unidade, mas estavam ocupados a negociar acordos políticos que os beneficiariam individualmente. Quando acharam que a oportunidade tinha surgido, criaram um movimento, RADUM. A ideia seria esse partido comandar o sindicato POTS e os professores que tinham prometido apoiar.

Essa traição chocou os professores e a comunidade educacional. Os “Amigos da Educação” aproveitaram-se da luta, ganharam visibilidade e foram a correr atrás da cenoura do poder, deixando para trás os educadores que genuinamente lutavam pela melhoria nas escolas. As suas ações destruíram a unidade dos professores.

O sindicato POTS foi enfraquecido devido à desmobilização de todos aqueles que se sentiram traídos, aqueles que verdadeiramente estiveram dedicados à causa, deixando-os numa posição difícil. Enquanto os “Amigos da Educação” pretenderam alcançar o sucesso político, mesmo que temporário, a comunidade educacional estava desiludida e desconfiada de futuros aliados.

A história dos “Amigos da Educação” serve como um lembrete de como a ganância e a ambição pessoal podem prejudicar uma causa nobre e desmobilizar uma luta legítima. A procura sem escrúpulos pelo poder transformou-os em traidores dos professores e a ironia reside no facto de que a sua ânsia egoísta acabou por enfraquecer a causa que diziam apoiar.

Obrigado RADUM, Obrigado a todos aqueles que trocaram a possibilidade do poder por uma causa nacional!

 

Francisco Silva

3 COMENTÁRIOS

  1. Ohnet a oãsserpmi euq a atul sod serosseforp é adíurtsed rop meuq acnun alen evetse adivloven, etnemadaemon so serodama ed samargana, siop olep euq ojev sotium sageloc maunitnoc a es-revlovne e a riga san saus salocse, majes sele soicós uo oãn od POTS (somibiorp, etnemaivbo, sodot so satsilacidnis), etnemetnednepedni od redil od POTS ramrof uo oãn um oditrap. Oãn mejnarra saplucsed arap sa sassov saçnercsed uo azeuqarf!

  2. só mesmo os ingénuos não sabiam isto desde o principio. esta no sangue dos revolucionários… a luta a luta a luta… mas a sério só agora?????
    alimentaram o monstro. agora aturem-no

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