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O radicalismo de esquerda: mais pobres, pior educação – José Manuel Fernandes

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Em Portugal, a ideologia radical de esquerda aumentou a pobreza, está a levar o Serviço Nacional de Saúde para o caos e piorou a educação pública.

O sistema educativo é crucial para promover a igualdade de oportunidades e reforçar a nossa competitividade. Temos de valorizar os professores e introduzir mérito, rigor e exigência no ensino. Na edição do PISA de 2022, os resultados dos alunos em Portugal sofreram uma queda sem precedentes. Nesta que é a maior avaliação internacional na área da educação, os alunos portugueses pioraram o seu desempenho em todas as áreas analisadas: matemática, leitura e ciências. O governo socialista já veio afirmar que a culpa foi da pandemia. Acontece que a pandemia teve consequências à escala global, mas foi Portugal que teve das maiores quedas. O desastroso resultado de Portugal resulta da acumulação de vários fatores: a desmotivação da classe docente, a falta de professores que deixa milhares de alunos sem aulas, o fim dos exames nacionais e a diminuição do rigor e da exigência.

Os professores têm razão na luta para que o tempo de serviço seja contado. É inaceitável e insultuosa a forma como o governo socialista trata os professores.

O ministro da Educação mostrou-se sempre contra a reposição de serviço dos professores, mas agora que há eleições veio afirmar que temos de avançar para a contagem do tempo de serviço!

Eurodeputado do PSD

Leia o artigo na íntegra na edição do NOVO que está, este sábado, dia 23 de dezembro, nas bancas