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O estranho caso da fuga de professores dos Jardins – Escola João de Deus Parte II- Os testemunhos!

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No passado dia 30, denunciei uma situação grave que se passa na Associação de Jardins – Escola João de Deus, a fuga dos seus professores…para meu espanto o artigo teve mais de 25 mil visualizações!

Mas o que mais me surpreendeu foram os comentários que lá colocaram, de uma realidade angustiante, uns são verdadeiros apelos à ajuda externa, outros, com mágoa, testemunhos de quem passou por lá e penou…por isso merecem que os republique, mesmo que a maioria seja de anónimos, questão que nos deve preocupar e que mostra apenas que, mesmo depois de terem saído da instituição,  continuam com receito de sofrerem represálias….Nada melhor que os ler e partilhar.

SUTEB
“Sim realmente a instituição passa por momentos mesmo difíceis mas não por falta de crianças mas sim pela falta de qualidade dos seus gestores. Exemplo disso é o braço direito do diretor da associação. Uma tirana que avalia os profissionais pelo bom ar como ela própria define, movimenta os professores pior que uma instituição militar e mesmo essas têm normas a cumprir, coloca familiares com a cabeça a prémio noutras escolas geograficamente longe de Lisboa, depois reabilita-os colocando os mesmos passado um ou dois anos, em lugares de direção noutro jardim escola ou mesmo até na direção na associação. Mas não são só os familiares. Alguns são favoritos por motivos estranhos. Mais não digo. Muitos professores abdicam da carreira na casa que os formou e à qual deram tudo para passarem a contratos noutros colégios e alguns até passaram à carreira docente no Ministério da Educação. Giro mesmo é o cálculo de indemnização dos docentes que rescindem com a João de Deus. Valores diferentes para tempos de rescisão iguais. Há amigos e amigos. Quem fiscaliza? Ninguém. Mais para dizer? Sim mas por agora chega.” Benenoso
“Devia ser divulgado o nome desse braço direito do Director para que toda a gente soubesse como procede, qual a sua competencia para gerir (malèficamente) os professores e qual a influencia que exerce sobre a Direcção. Estou certo que, quem lá está dentro sabe de quem se trata, mas seria bastante interessante saber-se “cá fora”.” Anónimo
“Já nada me espanta. Não conheço a instituição mas sou professora como tantos outros que aqui estão representados e sinto a dor, todos queremos o melhor mas isso só acontece se os que estão acima de nós forem “gente”. A luta é o que temos como direito. Unam-se e mudem está imagem… força” Lúcia Gonçalves
“Sou professor de 1.º Ciclo formado na instituição em causa há cerca de 12 anos. Quando terminei o curso e porque o estágio é integrado consegui perceber como a JD funciona. Aprendi desde cedo que seria inútil insurgirmo-nos com a falta de critério, coerência, justiça e na maioria das vezes ditatorial como pessoas com grande responsabilidade dirige e coordena os seus funcionários. Felizmente nunca precisei de trabalhar para a JD para perceber que ali seria impossível ser-se feliz, porque a falta de liberdade concedida é tal que preferia estar desempregado a trabalhar para pessoas que se recusam a evoluir no tempo e não respeitam os mais elementares direitos dos trabalhadores. À parte das pessoas que nao respeitam os valores da instituição que representam e que mais não são do que parasitas que gravitam e se alimentam à custa de terceiros e se movem apenas por interesses próprios, tenho de agradecer pelo que aprendi pois continuo apesar de tudo a acreditar na qualidade com que a instituição forma professores e educadores.” Anónimo
Lá se foi o tempo em que os alunos finalistas faziam fila à porta do gabinete da direção para perceberem se a instituição tinha um lugar para si num qualquer Jardim Escola. Anónimo
Não é só em Lisboa que saem professores… na zona centro (Entroncamento, Tramagal, Tomar, Santarém) também há quem esteja cansado disto tudo!
Professoras que ficam sem roullement por usufruírem de horário reduzido para amamentação, por abortarem e terem de ficar de baixa, porque lhes morreu um familiar (pai, mãe…). Um atropelo aos direitos dos trabalhadores e uma falta de valores tremenda. Anónimo
E ficar sem roullement porque os alunos do 4° ano tiveram notas baixas nos exames!
Educadores e Professores que tiveram esses mesmos alunos desde os 3 anos de idade, foram “castigados” por essas más notas, ficando sem roullement.
Que me dizem, dá para rir não? Anónimo
No mesmo ano em que uma ficaram sem roullement por causa das provas de aferição houve um professor (com grande percentagem de resultados negativos) “promovido ” e transferido para Lisboa… tempos mais tarde, esse mesmo professor faz avaliação e supervisão de aulas de colegas sem ter formação para tal.  Anónimo
Por muito que me custe ser anónima neste comentário, mas por saber de todas as injustiças que se cometem diariamente, terei de zelar por quem prezo e que ainda permanece nesta instituição. Tenho três pessoas na família que estudaram na ESEJD, fui a quarta. A primeira, educadora e com mentalidade diferente para a época nunca quis lecionar nos JE. Mais tarde outra tia estudou o mesmo e trabalha há 20 anos na associação. Pouco depois a minha mãe, trabalhou 9 anos e foi um estranho caso dos que saiu a meio do ano. Eu, fiquei apenas 3. Convidada a ficar, como elegantemente se dizia, fui para um JE fora de Lisboa, onde me receberam muito bem, no final do ano pedi transferência para um JE EM Lisboa, foi concedida. Ao fim do 2o ano, não efetive com uma carta recebida em casa e nem uma palavra, justificação, conversa ou crítica direta. Tenho várias amigas ainda a trabalhar na associação, uma saudade gigante dos meus tempos de faculdade e dos professores que me ajudaram a crescer como pessoa, mulher e professora. Muitos deles já saíram, à força e por não compactuarem com estes belos feitos, acima ditos. É mesmo urgente que se saiba, que se lute e que se MUDE a forma como se tratam diariamente os professores desta associação, dm nome dos professores deste país e de João DE Deus, que com toda a certeza não quereria uma Educação assim. Anónimo
Li atentamente este blogue por ter visto no Facebook. Não me espantou em nada. Eu sei muito mais do que aqui já se escreveu. Mas outros também sabem muitos podres da direção e de certos diretores de jardins escolas. Temos de tudo um pouco. Certa diretora de um jardim escola foi quase sempre trabalhar estando de baixa médica por gravidez. Motivo? Medo de perder o lugar pois foi ameaçada pela direção da instituição e também por estar tal como muitos outros diretores de escola, ao poleiro do cargo. No entanto esta mesma diretora, em conluio com o braço direito do presidente da associação, castiga docentes que vieram de licença de maternidade, com horários de apoio, mas escolhendo o horário de amamentação para o pior possível para mãe e bebé, e dando imensas horas de descanso a meio do horário diário, fazendo a docente entrar cedo e sair tarde todos os dias sem qualquer contemplação.  Anónimo
Sabem dos passeios do bigodes pela zona da expo em Lisboa com certas alunas da ESEJD ao beijos e abraços como um adolescente? Que tipo de diretor e aluna são estas pessoas? Também existe quem tenha subido na horizontal para chegar a diretora de um jardim escola. Comportamentos indignos de um herdeiro do espólio do digníssimo João de Deus.  Anónimo
Outro caso caricato que se repetia todos os anos era o Sr. Diretor da ESEJD fazer questão de ir nas viagens de finalistas para o Brasil acompanhar, orientar e apoiar as alunas. Mas atenção, tratavam-se de viagens de trabalho, pois era do outro lado do Atlântico, de havaianas, sunga e a fumar o seu charuto que procedia à avaliação final das competências das suas futuras colaboradoras/funcionárias em bikini. Anónimo
É com tristeza que vejo que não fui a única a sofrer destes males. Tive que deixar a casa por quem vesti a camisola até ao último dia, por nunca ter direito a uma transferência para junto de casa, depois de ter sido mãe. Vi-me obrigada a rescindir contrato, após uma década de dedicação à casa que tanto amava, para simplesmente poder ser mãe. Durante 2 anos, estive a 200km da minha filha, sendo apenas mãe ao fim de semana. É com mágoa que me apercebo que na casa do grande João de Deus que se pautava pelos valores da família, se esquecem dum professor que não pode ser somente um profissional de excelência mas também pais de excelência. Anónimo
Sou licenciada pela ESEJD com muito orgulho. Aprendi muito, tornei-me na profissional que sou hoje e fiz questão que os meus filhos passassem por essa casa.
Ao contrário de muitos e muitas, no último ano de curso, não fui “convidada” a integrar a equipa de um qualquer JE, tinha sido mãe no último ano de curso, e isso implicou algumas faltas. Saí um pouco revoltada, pois tinha consciência que tinha sido uma aluna exemplar, mas como era muito refilona, adolescente com ar desportivo, não teria o perfil adequado. Porém, anos mais tarde, aceitei o desafio de trabalhar num JE centenário. Nessa altura já tinha 2 filhos. Um ano muito difícil, 180 km por dia, grelhas, festas e festões, reuniões até altas horas, para que tudo fosse perfeito. Diretora a entrar na sala, exigindo que os meninos se levantassem para a cunprimentar, com um bom dia Sra. Dona…; verificando os dossiers, a caligrafia, as grelhas, descompondo as crianças quando a sra achava que os trabalhos não estavam apresentados de forma exemplar, quando as crianças estavam a iniciar a escolaridade! Tristeza, era isso que sentia!
Filhos doentes?! Vão para a escola, afinal são filhos de colegas e, por isso, não podem ir para casa!
Ensino de excelência, fui uma profissional de excelência e o meu único pedido, no final de um ano extenuante, foi seguir a minha turma, pois o meu filho mais velho, iria para o ano que eu estava a lecionar. Que profissional e mãe seria eu, aceitar lecionar o ano do meu filho, na mesma escola, no mesmo espaço físico? Como todos sabem, ou não, professor do JE, faz recreios, almoços, lanches… Portanto, não seria justo para o meu filho, ter a mãe tão próxima, o dia inteiro.
Como tal, virei as costas à instituição e segui o meu caminho.
Continuo a desempenhar as minhas funções docentes, com o mesmo empenho e dedicação, mas em ambientes que valorizam os profissionais.
É com tristeza que vejo uma instituição a cair desta maneira. Afinal, é preciso saber mandar e comandar. João de Deus, onde quer que esteja, deve estar muito indignado com o rumo que o seu sonho levou. Anónimo
Sou docente, com 41 anos de serviço, mãe de dois filhos com mais de 30 anos e que frequentaram um Jardim Escola João de Deus. É muito triste ler uma notícia destas! As Direções devem valorizar os seus profissionais ou correm o risco de morrer. E, pelo que me vou apercebendo, as Escolas João de Deus já tiveram melhor imagem! Profissionais motivados rendem mais e para que tal aconteça devem ser reconhecidos, recompensados e valorizados pelo seu desempenho. Anónimo
Com muita tristeza e revolta li este texto, também eu docente e também eu desrespeitada nos meus direitos mais básicos nuna outra IPSS onde o terror e medo são “o pão nosso de cada dia”.
Que a união faça a força e estas situações possam ser revertidas, embora pela minha experiência veja que quem dita as regras tem tentáculos em diversas entidades, que lhe permitem um total controlo de movimentos e desrespeito (diário e total)pa funcionários, achando-se dono e senhor de uma Instituição que não lhe pertence! Anónimo
Sou mãe, e as minhas duas filhas são por lá passaram João de Deus de Castelo Branco. E foram muito de felizes, todas as educadores por onde passaram jamais as esqueceram. Mas mãe
bem via o cansado através um sorriso. Tenho pena de quem está à frente estar na trajectoria errada. No João de Deus, os computadores são dos 80anos.Trabalham e se calhar calam pelas suas crianças que tudofazem sem grandes condições. Que revejam a estratégia é que mudem e dêem o valor a quem tanto dá todos os dia. Lutem. Denunciem. João de Deus não é de uma inspectora X ou de um director Y. Apesar não lá as minhas
filhas estou as professoras e as educadores. Chegou o tempo de dizer CHEGA.   Anónimo
“Acabei o curso em 2010 e fui convidada a ficar. Recusei desde o primeiro instante (para grande espanto do director). Reconheço que a João de Deus tem o que me parece ser o curso mais completo de educação de infância, com professores fora de série (na altura… Agora tantos já saíram!). Se voltasse atrás, voltava a tirar lá o curso. Mas nunca lá trabalharia, não me revejo na forma mecânica como tratam as pessoas, no desrespeito total pelos professores/educadores, na maneira como querem moldar toda a gente e faze-la ajoelhar se a seus pés. O director da escola é uma vergonha e está rodeado de gente vergonhosa também. E digo isto com a maior pena, para mim a esejd tinha tudo para ser a melhor ese do país e um exemplo a seguir. Sem contar que como ao longo do curso tive várias discussões com o director e não deixava de dizer o que ele queria ou não ouvir, no final a minha média baixou dois valores… mas pelo menos foi coerente, no meu segundo ou terceiro ano avisou-me logo que se não tivesse cuidado com o que dizia, ele nem me assinava o diploma.”Teresinha Sanches de Baêna
Fui aluna da Escola Superior Joao de Deus, ou seja, a ser preparada para a vida profissional nesta instituição e já sentia a pressão.
A licenciatura é de 3 anos. O meu primeiro ano foi maravilhoso e cheia de vontade de entrar na família João de Deus, até que iniciei o meu 2 e depois o 3. Aí sim comecei a perceber certas coisas que me diziam (de pessoas que tinham desistido a meio da licenciatura).
Aquela instituição é muito por caras, ou seja, se gostam de ti e se beijas o pés a certas pessoas,tens a vida feita, senão esquece,tens uma pressão em cima,tens um desprezo de quem te da aulas (por certas pessoas que nem deviam sequer dar aulas),que chegas a um ponto que pensas em desistir do teu sonho de educar e preparar as crianças para o futuro.
Infelizmente a Escola Superior também não tem assim tantas condições.
Impressão de trabalhos é inexistente, não existe uma reprografia (que é algo normal numa escola superior. Ali até deveríamos ter porque ao preço que pagamos por mês,meu deus).
Refeitório não existe, é apenas um pequeno bar com duas funcionárias que coitadas têm ali uma pressão gigante em cima (servem também para ir servir o pequeno almoço à burguesia do andar de cima).
Temos sim um espaço com algumas mesas onde temos que marcar mesa porque nem sempre ha espaco para todas.
Agora falando das disciplinas que tinha. Eram milhões de trabalhos que nos eram exigidos. Testes e matérias que não lembram a ninguém.
Voltando a realçar que havia alguns professores (que nunca percebi se eram eles os donos da instituição, porque com aquela arrogância só podiam.)não gostassem de ti, era para esquecer. Melhor,até podiam gostar de ti,mas se a tal pessoa não gostasse,os que gostavam não podiam mostrar isso,porque o MEDO e a PRESSÃO eram constantes.
Quis desabafar pois já guardava esta minha tristeza e total desencanto por esta instituição há algum tempo.
Quero também desejar a todos que tiveram a coragem de se libertar daquela prisão.
Um bom ano para todos. Anónimo
“As afirmações aqui produzidas deveriam ser denunciadas à Segurança Social, para bem de todos, alunos, professores, pais e contribuintes. Sugiro também um baixo assinado a questionar a Direcção da Associação de Jardins-Escolas João de Deus quanto às questões aqui reveladas. Parabéns a todos aqueles que trazem a público questões tão graves e que tanto interessam resolver. Esperemos que 2019 seja um ano de retomar do bom caminho para a Associação de Jardins-Escolas João de Deus.” Bruno
O problema está também nos professores e professores que não se unem para denunciar este tipo de situações; todos têm medo e tentam sobreviver como podem no meio dessa selva! Anónimo
Sou educadora mas não tirei o curso na João de Deus. Tenho 2 netas a frequentar um Jardim Escola João de Deus e como profissional há 43 anos vejo como as educadoras, professoras e mesmo auxiliares andam com ar cansado e desgastadas. São todas muito queridas, tratam bem as crianças e ensinam muito bem. Minhas netas adoram lá estar. Contudo acho abominável haver turmas com 28 crianças no pré- escolar apenas com uma educadora!! A lei é clara, 2 adultos para 25 crianças. Já trabalhei no privado e trabalho no público e havia sempre 2 adultos por sala. Conheço IPPS que não são de João de Deus e todas elas têm 2 pessoas por sala! Porque é diferente nos Jardins Escola João de Deus??? Então quando chega a altura das festas, festinhas, festões é ver toda a gente a trabalhar feita doida com olheiras quase até aos pés, mas sempre simpáticas. Este ano a festa de Natal foi elaborada por um génio (a) !!! Vou ser muito sincera… não gostei, melhor não entendi o porquê do tema. As crianças bem ensaiadas ( ufa que trabalheira tiveram os docentes ), pais e avós babados sem entenderem metade do que as 2 crianças no palanque diziam… enfim! Tenho muita pena de quem lá trabalha! Será que o Dr. António e quem o acompanha não entendem que todos os funcionários devem ser respeitados, assim como os direitos que são de lei ???   Anónimo
Trabalhei 9 anos no jardim escola da Estrela . O que mais custava era aquelas crianças de 455anos, o chamado bibe azul passaremos dia a ouvir lições de cartilha e lápis na mão. O método é excelente mas deixem as crianças terem o seu Timing .E se não acabavam a cartilha era a professora que não era competente. Não se pode gostar de trabalhar num sítio onde a criança não é respeitada e sim forçada a abdicar de ser criança antes de tempo.
João de Deus,um homem de grande visao,ao criar o método de leitura pela cartilha maternal ,pretendia criar um lacl afetivo entre a professora e o aluno, daí o nome de maternal. Não era de certeza ver crianças a chorar porque o que queriam,e com razão,brincar e aprender a brincar.
Não se pode manter nesta instituição professores que são sensíveis a estas exigências, como professora que fui nesta instituição foi com um enorme alívio que saí. Quem ficou é capaz de conviver com estas situações e outras e assim se tornaram professoras doutoras e diretoras das escolas João de Deus. Jogaram o jogo da falsidade,cinismo e más colegas.
É uma verdadeira selva em que vale tudo. E alimentada pela direção da associação. É pena porque os Métodos de ensino são muito bons e e válidos! Anónimo
A comunicação social tem que saber disto por favor facam algo antes que seja tarde para os que ainda la permanecem e com medo muito medo represálias. Anónimo
É com grande alívio que, finalmente, vejo alguém que tem a coragem de expor as atrocidades que se cometem na Associação João Deus e que abre as portas para muitas vozes abafadas pelo medo. Formei-me e trabalhei em Lisboa, nos Jardins-Escola João de Deus com muito amor pela profissão, mas com muita angústia por não poder exercê-la da forma como acredito (nada disto por culpa das diretoras, mas pelas diretrizes que se viam obrigadas a cumprir). Vi-me obrigada a sair duma casa onde estive dia após dia, durante 11 anos, primeiro como aluna e depois como professora, onde todos os dias via as mesmas caras e, de ano após ano, essas mesmas caras tornaram-se tristes e revoltadas, umas, porque outras cada vez mais prepotentes, desrespeitadoras dos direitos dos trabalhadores, mas acima de tudo, dos direitos de pessoas que somos! O meu desejo é que tudo isto sirva nem que seja para abrir os olhos à direção da Associação e para melhorar a vida profissional e o estado emocional de quem fica, porque parece-me que os empenhados em reerguer esta instituição são apenad os professores!  Anónimo
“BOM ANO A TOD@S! É com grande tristeza e consternação que li, com atenção, todas as angústias espelhadas nas palavras expostas. Acredito na metodologia João de Deus, mesmo que tantas vezes apontada como ultrapassada. Sou mãe de 3 filhos do Jardim-Escola João de Deus da Estrela e guardo até hoje muito boas memórias tal como os meus filhos, mas sim, apenas quando fui convidada a trabalhar na AJEJD me apercebi do que estava por detrás dos sorrisos e boa educação que reinava entre professores/pais/alunos. Sim, os professores/educadores são mal tratados, friamente desclassificados, humilhados e sim, para mim, são verdadeiros heróis, suportando os “arremessos” do Senhor Diretor.
Infelizmente, também os funcionários quer dos Jardins-Escola, quer da ESE, são alvo da tirania e da falta de respeito imposta, no entanto, posso garantir que não é culpa apenas da direção, mas de todos os que aceitam trabalhar nestas condições. Alguém imagina ser possível uma direção despedir todos os funcionários, professores e educadores, porque se insurgem contra? A desunião entre os demais e a facilidade com que se aceita que um colega seja humilhado, dá força e suporte a mais casos continuados.
Felizmente, saí! 8 anos volvidos (os últimos 4 de sofrimento) sem ser possível perceber o porquê das sucessivas humilhações, saí e deixei expresso em carta de rescisão a razão do meu descontentamento.
Para terminar quero deixar um apelo, sobretudo aos professores e educadores porque são eles os primeiros responsáveis pelo sucesso educativo das nossas crianças: Não se deixem intimidar a troco de um emprego porque a dignidade não tem preço. Unam forças, denunciem o caso e não arranjem desculpas. Os maus tratos (o tão apelidado bulling) que aceitamos, passivamente, que seja feito a outros obviamente e a seu tempo, poderá ser feito a cada um.
Que o ano de 2019 seja repleto de paz e sucessos pessoais e profissionais.” Teresa
Por favor vamos fazer algo,ja vimos que os comentários infelizmente serão todos assim nao podemos ficar so pelas palavras vamos agir, como podemos fazer algo?estamos a falar de pessoas,de vidas,de uma profissão que ê a base de todas as outras. Quem criou o blogue ja muito fez vamos juntar nos e fazer algo concreto por favor.  Anónimo
Tudo o que está escrito nesta caixa de comentários é verdade. Tudo.
Mas há mais, muito mais.
O medo, a perseguição, a humilhação e a ameaça fazem parte do dia a dia de todos os que trabalham nesta Associação e que não compactuam com a falta de valores da direção.
Sei do que escrevo porque ainda lá estou.
Mas ainda não li nada sobre o que é uma Associação.
Quem são os sócios e quem vota num presidente agarrado ao poder e desesperado por poder perder aquilo que acha que lhe pertence.
Da direção em funções, dois têm fortes ligações familiares ao presidente, uma apenas frequenta festas e beberetes e outra uma ex professora da ESEJD muito querida de todos nós alunos.
A inspetora citada como braço direito do presidente impõe de facto regras absurdas e vergonhosas a todos os professores e educadores mas também aos restantes colaboradores desta casa. A sua ética é duvidosa, muito duvidosa. Impõe o que não pratica.
Mas não é a única a ter este tipo de comportamentos lamentáveis.
Existem mais, que usando das suas funções de relevo vão destruindo esta casa centenária criada pelo grande poeta e pedagogo.
Ninguém aqui referiu ainda que durante 3 anos ou mais os alunos da ESEJD foram enganados relativamente aos cursos, não homologados pelo Ministério, sendo prejudicados nas suas carreiras profissionais.
Onde estão e que funções ocupam aqueles que aceitaram um trabalho sem concluirem o plano de estudos exigido?
Como é que tanto o Ministério da Educação e a Segurança Social deixam passar uma situação tão grave como esta? Como?
Com recursos sucessivos para atrasar todo o processo e assim poder prosseguir a política do medo e intimidação.
É tempo de união.
De todos os pais, alunos e funcionários.
Chega de corrupção.   Anónimo
Analisei atentamente e coerentemente os vários pontos de vista aqui expostos, com base no meu interesse particular, em alguém diretamente interessado no rumo das situações e só posso remeter a minha resposta àquele velho ditado popular e completamente abrangente que diz:
“Os cães ladram e a caravana passa”   Anónimo
O Presidente não só acredita ser o dono absoluto da AJEJD como acumula cargos noutras Associações (como é o caso da OMEP) onde agarra-se ao poder indeterminadamente. Quem são realmente os sócios destas Associações que não só permitem a manipulação do poder, como são passivos perante situações como as descritas. Sem falar dos gastos excessivos em viagens de “trabalho” todas em primeira classe e hotéis 5* autorizadas pelo mesmo. Não será este o momento de agir e alterar o corpo diretivo que está à frente desta grande Associação?!  Anónimo
Terminei o curso de educadora João de Deus no início dos anos 80, fui também convidada a ficar mas só aguentei 3 anos lectivos. Depois fugi.. Amo demais a minha profissão para compactuar com tanta estupidez e gente pedante! Nesse tempo a directora era a D. Maria da Luz de Deus, já ultrapassada mas nada que se comparasse ao filhinho herdeiro.
Sabem, nós podemos passar muitos dias aqui a desabafar mas nada vai ser feito. Isto merecia Comunicação Social… O que acham? E ainda mais uma pergunta só para terminar; COMO É QUE HÁ PAIS A MATRICULAREM OS FILHOS NESTAS ESCOLAS!!!  Anónimo
Não sou formado pela João de Deus, mas tenho tido conhecimento de varias situações no mínimo caricatas. Desde funcionamento da direcção de certos JE’s ao funcionamento da faculdade em si. A completa falta de cuidado e atenção para com os funcionários, ao facto de intimidarem e humilharem os funcionários.
Exemplos:
– Se uma Professora estiver doente tem de ir trabalhar sobre a ameaça de lhe serem retiradas as férias… se as crianças ficarem doentes paciência. Se uma professora estiver grávida.. temos pena, fica sem roullements (porque ninguém a mandou engravidar).
– Supostas “avaliações” a professores (para justificar uma progressão de carreira? qual?) em que tiram os alunos da cantina durante a sua hora de almoço para os professores serem avaliados.
– Horas extras sem serem pagas e se não as fizerem.. não há ferias.
– A João de Deus EXIGE formações, e os funcionários são obrigados pagar por elas.
– Para além dos programa exigido pelo estado, sobrecarregam os alunos com matéria e trabalhos (a meu ver) completamente desadequada para a idade.
– Se os alunos tiverem más notas por serem sobrecarregados em matéria, a culpa e dos professores.
Isto são só exemplos de vários acontecimentos.. A meu ver os JE funcionam como uma ditadura nos quais os directores obedecem cegamente ao Sr. da Estrela (em Lisboa) sem qualquer espírito critico e sem se lembrarem que acima de tudo estão as crianças. Se calhar não seria má ideia lembrar ao Sr. da Estrela e a seu braço direito, que sem crianças não teriam a vida que têm.
Possivelmente o Sr. da estrela não andava a passear nas viagens de finalistas na faculdade com as alunas..
São só sugestões, mas cada um sabe de si e onde coloca os filhos para serem ensinados. Já era altura de fazer alguma coisa.  Anónimo
Na minha opinião e no meu caso, estes problemas não passam diretamente para os alunos nem para os pais. É obvio que eles sentem quando as suas professoras e professores estão desmotivadas/os , mas o nosso “papel” com eles é bem desempenhado … o bem estar das crianças acima de tudo. Por esta razão estão tantas pessoas a sair. Se fosse só para receber o ordenado…não sentiamos tanta tristeza e revolta perante o que aqui está a ser exposto. Mas com tanta afluência à saída…não sei como será de futuro…   Anónimo
Agora compreendo porque me disseram que todos os alunos deveriam passar de ano, mesmo que pouco soubessem da matéria. Que profissionais estão a ser formados? Quem tem responsabilidade nisto? Se a ideia é apenas fazer dinheiro, então para que serve a instituição?   Anónimo
Peço desculpa por não me identificar, quando a minha vontade é “gritar bem alto” … é tudo tão verdade o que aqui está a ser escrito, tudo isto e muito, muito mais! Excepto quando dizem que não se reprovam alunos. Eu já o fiz mais do que uma vez…só que não pedi a aprovação da Sede reprovei alunos e…pronto! (como pensei que não iam aprovar tomei a decisão que achei mais benéfica para os meus alunos, mas também tive de pesquisar como se fazia ) . Acreditem que fiquei emocionada por, finalmente, alguém ter a coragem de expor publicamente como na verdade e infelizmente as coisas se passam nesta instituição. Obrigada Colegas! Sou uma das docentes que recentemente saiu da AJEJD com muitos anos vividos nesta instituição ( num jardim-escola muito afastado de Lisboa, mas partilhando os mesmíssimos sentimentos) e foi com muita tristeza que deixei “os meus meninos” e muitas colegas que se tornaram amigas para a vida. Algumas já saíram também e eu sei que outras sairão em breve. É importante salientar que os alunos são, pelo menos também nas realidades que conheci e vivi, protegidos do “mau estar sentido” para com a Direção/Sede. No meu caso, por perceber que o meu trabalho estava a ficar “afetado” pelo meu esgotamento e desgaste emocional e físico, resolvi sair. Aprendi muito e agora que já entrei no ensino público percebo a diferença e a forma como este Método de Ensino realmente marca a diferença, mas a “tortura” por parte da direção, mais propriamente do Dr. A e da Inspetora X (ao longo de tantos anos fiquei sem perceber qual dos dois o que mais está a tentar afundar este navio) é de tal forma desmotivante e desrespeitosa para com o pessoal docente que, por mais admiração e confiança que tivesse no Método de Ensino João de Deus, acabei por sair , movida pela minha dignidade, pelo respeito que tenho por mim e pelo amor que tenho à minha profissão. Parece incrível, mas presenciei colegas minhas a chorar, enquanto a Drª X simplesmente lhes virara as costas…isto não se faz a ninguém.
Após a morte da Sra. D. Maria da Luz muita coisa mudou, nos últimos anos tem ficado impossível de se aguentar…
Imaginem… que até temos de pagar 5 € pela assinatura do Prof. Dr. no documento da contagem do tempo de serviço…e o mais ridículo é que essa assinatura não é necessária, basta a assinatura do/a diretor/a de cada jardim-escola ( quantos 5€ não foram angariados???) …. ou alguém, por ter faltado pela morte um familiar direto…muito próximo, não ter direito ao roullement (uns dias de descanso nas interrupções letivas seguintes) mas outros, como por exemplo, andarem em campanha eleitoral já terem esse direito, mas isto não quer dizer que seja regra, tem tudo que ver com o tal “Bom ar” que alguém tão acertadamente disse. Desculpem o desabafo, mas é apenas umas das muitas coisas “com pouca lógica” que acontecem nesta Casa. É melhor ficar por aqui o meu testemunho, pois tudo isto me deixa muito…triste e ao mesmo tempo revoltada, pois se as coisas não funcionassem desta forma eu ainda lá estaria. Conheci pessoas fantásticas, de norte a sul, algumas delas de uma mais valia incrível para esta Associação e para a formação de centenas de crianças que, com muita pena, tal como eu,…simplesmente desistiram, estando outras a tentar aguentar um pouco mais.   Anónimo
Um dia a “Bomba” tinha que rebentar !!!
Li todos os comentários várias vezes e não queria repetir o que já foi escrito…Tudo MUITO verdade!
Quanto mais leio mais triste e revoltada fico.
Como podem estas pessoas continuar a Comandar /Entrar / Manipular/ Envenenar as nossas vidas/casas.
Sou Educadora de Infância, tirei o curso na ESE JD e trabalhei na Instituição por quase 2 décadas. Felizmente já me livrei desse MAL, mas tenho algumas amigas que ainda permanecem, sem hipótese de fuga, devido aos seus compromissos/despesas. Muitas vezes o maior sustento das suas famílias. O pior é que “ELES” sabem disso e por isso é que o fazem.
Gostaria de focar aqui alguns pontos que para mim foram a “Gota de Água”
1- INJUSTIÇA, em relação a algumas regras que são adaptadas, consoante o “Bom Ar”( Ou seja para alguns a licença de maternidade é motivo para ficar sem o ridículo Roullement, já para outros não. Os horários que são atribuídos às pessoas (nem todas) que acabaram de ser mãe… Umas trabalham das 10h às 19h com 4 horas de almoço enquanto outras fazem horários das 9h às 14h com 1 hora de almoço. Lá está outra vez o regime do “ Bom Ar”!
2- EXPLORAÇÃO dos Docentes, relativamente ao número de crianças por sala (30) e que a dita Inspetora acha que as crianças da Secção Infantil não necessitam de apoio(exceto as da sala dos 3 anos e somente nas idas à casa de banho). A acumulação de funções :Educadora Titular com a coordenação Pedagógica, entre outras funções … Isto tudo sem apoio de auxiliares (Como devem calcular… humanamente Impossível). No meio desta loucura, ainda quiseram que as diretoras (Com Turma e sem apoio) assistissem a 3 aulas por período, por educadora (Avisadas e Surpresa) como de estudantes universitárias se tratassem. Muitas diretoras tiveram que fazer quase meia centena de relatórios por ano letivo.
3- RECUSA de apoio que nos dão, quando somos nós a precisar…com tantas horas em crédito que temos.
4- “O Jogo PSICOLÓGICO” exercido com as diretoras e restante equipa…para que todos cumpram as sua directrizes, sem contrapor com medo de represálias, mesmo não concordando.
5- DESVALORIZAÇÃO do nosso trabalho.
Posso dizer que, enquanto permaneci na Associação, dediquei-me de Corpo e Alma a esse projeto. O “Amor à Camisola” faz com que a maioria destes profissionais “passasse por cima” de muitas coisas,pelo menos até agora. Sei que a maioria Gosta Mesmo do que faz, por isso tanta revolta. Temos/Tínhamos equipas muito BOAS.
Quando estas pessoas perceberem o estrago que estão a fazer, muito provavelmente já será tarde demais…pois a Associação está a perder pessoas muito boas, que vão continuar a fazer bom trabalho, mas noutras escolas.
Eu quero ajudar a denunciar este caso…Por isso deixo aqui o meu breve testemunho que poderia ser 10 vezes maior… Anónimo

Nada vai mudar porque os docentes não se unem.
Porque não fazem greve? Medo? De quê? Se todos a fizessem iriam despedir todos? Aliás greve é um direito.   Anónimo

Permitam-me a sinceridade de falar diretamente a quem originou toda esta mágoa…
“ Exma. Srª Profª Drª …. e Exmo Srº Profº Drº … como tão graciosamente gostam de ser tratados, digo-vos uma coisa:
– Exmo. Drº A …o Senhor diz mesmo muita “chinesice” nas reuniões e tenho muita pena que não esteja a gerir com dignidade e verdadeiro respeito o legado que tem em mãos… e Exma. Drª X … “tirana”, como alguém disse, assenta-lhe que nem uma luva, a senhora é uma excelente professora e excelente no conhecimento da didática da matemática, mas péssima como ser humano a gerir outros seres humanos. Semeia a discórdia e atormenta as pessoas que para si não tenham o perfil “ que lhe caia em graça”.
Apoio técnico…, por exemplo, como reprovar um aluno, ou inseri-lo num artigo, fazer um plano de turma, fazer um projeto educativo…deste tipo de trabalho/ apoio por parte da Sede…nem vê-lo. E é a mais pura das verdades, para sabermos como funciona o sistema temos de pesquisar na net ou pedir ajuda a um amigo que esteja a lecionar no Ensino Público, mas têm tempo e energia para perceber que se deve substituir o “dedómetro” pela “leitura ótica”, para ter a certeza que não chegamos atrasados e não vá alguém passar o dedo de outra pessoa, enquanto eu e certamente todos nos jardins-escolas continuamos a tirar HORAS da nossa vida…, fazer quilos de registos, muitos para “inglês ver”… não vá aparecer uma “tão aguardada inspeção surpresa” feita por colegas de outros jardins-escolas sem a formação necessária para tal…que revolta que sinto! E ainda sei que pensam …”não querem é trabalhar”, que revolta! E…o melhor… é que devemos e podemos agradecer a “Benesse” do Roullemant, é estonteante quando ouvimos constantemente o relembrar que não é um direito mas sim uma “BENESSE” (como, tão orgulhosamente, lhe chama o Sr. Dr.) e melhor… só tem direito a essa “Benesse” a quem não tenha o azar de ter que faltar … não servindo de motivo a morte de um familiar, ser hospitalizado, ou ter filhos doentes e/ou hospitalizados, quem não tem os registos em dia, quem não tem os trabalhos dos meninos corrigidos arrumados nos dossiês em poucos dias , mas… melhor… a regra, e realmente isto é verdade, não é igual para todos, mas era suposto ser! Isto mostra que não são, de todo, bons líderes. Como já aqui disseram, e bem, parece que só os educadores/professores, e nem todos infelizmente, estão realmente interessados em dar uma continuidade digna a esta Instituição por verdadeiro Amor à Camisola!
E com todo o respeito a V. Excelências Srs Profs Drs, vos digo: Vós tendes amor somente ao vosso umbigo e ego!” Anónimo




E há muito mais que aqui ainda não foi dito… tanto, tanto que até embrulha o estômago.
E mesmo que tudo seja dito nada vai mudar porque o Sr. Presidente se acha o rei , o senhor e dono de tudo e também se julga acima de tudo e todos só se irá dar conta quando tudo afundar graças a sua prepotência.
E tem a senhora tirana ao lado que a sua única função é ajudar a destruir esta associação e fazer bullying aos funcionários, já teve pelo menos um processo em tribunal por bullying, o qual perdeu e foi condenada a pagar indenização.
Mas na minha humilde opinião a fuga dos profissionais é mesmo o objetivo assim vao atiingir o que é pretendido:

1- Só fica quem tem o tal “Bom ar” , seja la o que isso for.

2- As ” velhas” saiem porque tem um pouquinho mais de custo que uma novinha.

E está a casa arrumada mas mal servida pois pouco falta para a maioria dos docentes não serem sequer formados pelo método. Anónimo

E quanto às colegas escolhidas para fazerem a avaliação (que não serve absolutamente para nada e até é ilegal) das outras?
Que me dizem?
Ah eu não queria e tal… não quer não aceita. Que papelão… enfim…
E segundo o que sei das avaliações,saíram os resultados das mesmas e eis que não bate a bota com
a perdigota. Porque será?
Caras/os colegas/inspetores/os que Deus vos ajude.
Que vergonha!!  Anónimo






Sim nada vai mudar porque escrever aqui é de louvar sim mas não chega.
Não chega porque não se fazem as denúncias nas entidades competentes.  

Anónimo

Tem razão, mas nunca vai mudar com esta malta no comando porque, simplesmente, não sabem ser de outra forma. São o que são, infelizmente. Mesmo que leiam estes comentários, duvido que tenham a humilde capacidade de se autoavaliar. Para pessoas assim, o “problema” está sempre nos outros, nos outros que não querem é trabalhar e que são uns ingratos.     Anónimo




Será que a Exma Sra. Prof. Doutora Tirana gostaria que seus filhos sofressem de perseguições e bullying?   Anónimo





Eu sei que não chega, mas saber que não é só no “meu” jardim-escola que isto acontece ou com pessoas que conheço, é motivador para continuar e ter esperança que um dia alguma coisa mude.
Anónimo

Sim, sim claro! Não conseguirão fazer qualquer tipo de reflexão porque nós é que somos muito ingratos e só pedimos (não sei o quê) e fazer não fazemos, bem como também não vestimos a camisola (foram mais ou menos estas as palavras proferidas pelo Exmo Sr Prof Doutor) no ultimo jantar de Natal.
Entre outras igualmente desfavoráveis a quase todos os docentes e os demais funcionários.  

Anónimo



Que pena que o legado deixado pela Exma SENHORA D. Maria da Luz ( esta sim uma verdadeira senhora) está a ser completamente descurado.
Ai se a senhora cá voltasse…

 Anónimo

Mas toda a gente sabe o nome do braço direito, e até esquerdo, porque o Director já não manda nada.  
Anónimo



Não irá ser no imediato mas sim a longo prazo que esta fuga dos docentes terá as consequências inevitáveis. E aí será o fim! Anónimo

E por falar em jantar de natal, quem se lembra do ano em que quem não comparecesse ao jantar não tinha roulement?  Anónimo




E o que dizer sobre as famosas circulares escritas em tom ameaçador pelo Exmo. Senhor Diretor, a “impingir” formações na EseJD? Anónimo

Não como professora, mas como mãe de três crianças que frequentaram a instituição, que vi bons professores e auxiliares serem descartados, colocados de castigo, e outros maus serem beneficiados, que senti na pela a descriminação por parte de uma Diretora, mesquinha, vil, cruel, pobre de espírito, para com os meus filhos, que sim vive de aparências e do bonitinho, que sim exige que as crianças chorem com medo dela quando são repreendidas, (e esta situação foi por mim pessoalmente assistida para com o meu filho, que ao não chorar levou com gritos da dita a dizer “chora, chora, mas tu não tens medo de mim, estou a repreender-te”, aos quais me tive que insurgir de que não tem que ter medo mas sim respeitar, e com um dos meu filhos assim não. Que teve a ousadia de lhe mostrar imagens de escolas públicas gráfitadas, e lhe dizer que ou se portava como ela queria ou iria para uma dessas escolas feias degradadas como ela dizia) que também exige que a chamem Doutora se levantem e em coro a cumprimentem, como alguém diz esta diretora é alguém que não quer que crianças sejam crianças mas sim carneiros num rebanho de uma ditadura instalada numa associação que tem vindo a perder todo o seu legado.
Retirei-os do Jardim Escola João de Deus houve lágrimas nossas de alguns professores e muitos auxiliares, pela forma como cuidaram e protegerem os meus meninos daquela ditadura e sei que devido a isso muitos foram prejudicados, da direção da escola nem uma palavra tivemos, sabem foi um alívio…..  Ana Rita Ferreira






Uma verdadeira selva!!
Uma associação desta natureza ser gerida de forma “pidesca” dá que pensar..
Anónimo

Realmente acho bastante pertinente unirmos todas estas realidade e expô-las a alguma entidade, visto que o medo constante do que poderá acontecer é muito.

Infelizmente é verdade, temos medo e não é pouco!

Muitos dos funcionários que trabalham para a Associação continuam, como já foi dito, dependentes da mesma para que a sua estabilidade monetária se mantenha e por isso continuam na mesma. Mesmo que isso afete a sua saúde física e mental.

Querem exemplos que se podem observar só nesta publicação?

1 – Maior parte dos comentários são anónimos.

2 – O nome da “tirana” ainda não foi publicado, nem pelas pessoas que já saíram e não “devem” nada à Associação…

Todo este panorama é horrível… O pior é que há muitos mais assuntos que mereciam ser abordados e que o meu cérebro decidiu eliminar para que não acabasse de baixa por depressão… (realidade vivida constantemente entre funcionários desta Associação)

Deixo aqui alguns pontos:

• Quantos não foram os docentes ou alunos (da ESEJD) “aconselhados/obrigados” a mudar o pensamento político, a forma como se vestiam, o seu penteado, tirarem piercings ou brincos… para conseguirem trabalhar para a Associação?
• O tempo de trabalho semanal de um docente é de 35 horas. Passadas a lecionar, vigiar recreios ou refeições. Deixando pouco tempo para realizar todo o trabalho burocrático exigido.
A correção de trabalhos diários, o preenchimento de grelhas e outros assuntos burocráticos (fatores principais para a atribuição de roulements) ocupam maior parte do tempo que os docentes estão em horário não letivo e com a família. Não dando tempo para planificar atividades/aulas que permitam melhorar o ensino/aprendizagem e incentivar os alunos.

Nas 35 horas de trabalho semanais não está incluído o tempo despendido em reuniões mensais, festas em épocas festivas, reuniões de pais, jantares, viagens de finalistas…
Muitas das vezes, nestes dias, os docentes perdem direito à sua hora de almoço que não é compensada.
Mesmo fazendo estas horas a mais os docentes podem perder o direito a roulement se tiverem o azar de “não cair em boas graças”.

• São vários os “docentes” que lecionam sem terem finalizado o mestrado profissionalizante. Sim, não bastava os mestrados não terem sido aprovados há uns anos como ainda nos dias de hoje “docentes” que legalmente não são docentes lecionam nesta Associação…

Para além do que referi anteriormente, gostava ainda de salientar dois pontos que não foram falados e que não são, de todo, legais perante a lei portuguesa:

• As férias são aprovadas, constantemente, após o período legal para o efeito.
As férias são frequentemente aprovadas e anunciadas à direção dos diferentes Jardins-Escolas após a segunda quinzena de junho. Já aconteceu as férias terem sido aprovadas um dia útil antes de estarem de férias…

• Maior parte dos docentes/auxiliares de sala/serviços gerais com contratos assinados após o ano letivo de 2012 / 2013 não usufruíram das suas férias de forma legal.

Durante o primeiro contrato de trabalho estes funcionários só tiveram oito dias de férias/subsídio referentes ao ano civil de 2012 e não ao tempo correspondente ao contrato (entre 1 de setembro e 31 agosto). Ficando a Associação em divida para com aqueles que continuaram a exercer funções. Sim, esse tempo de férias e o dinheiro do subsídio ainda não foi devolvido e todos aqueles que já saíram com contratos celebrados nesse período provavelmente nunca mais lhe irão sentir o cheiro…

Situações como estas aconteceram desde sempre na história da humanidade. Quando o poder de um país era passado para os herdeiros pelo simples facto de partilharem uma parte do ADN, quando vivíamos numa ditadura militar ou até mesmo quando as mulheres não tinham os direitos que têm hoje!
Para que essas situações fossem alteradas foi preciso ganhar coragem e “lutar” contra o regime que se vivia. Por isso peço-vos, lutem que estarei convosco!     Anónimo

E o jantar no CCB que teria que ser pago do nosso bolso, mas que quem não fosse perderia o roullement? Atenção, a associação facilitaria o pagamento se fosse necessário… E… a quem as “altas patentes” telefonaram diretamente a dizer que teriam que obrigatoriamente ir… Anónimo

Subscrevo. Merece palmas este comentário de tão fiel retrato que faz, apesar de tudo o que aqui tem vindo a ser escrito seja a mais pura das verdades.  Anónimo

11 COMENTÁRIOS

  1. Tragam João de Deus Ramos Ponces de Carvalho, esse sim herdeiro do património da mãe e boa pessoa. Expulsam o irmão António.

  2. Na verdade, tendo lido este e o primeiro post, bem como os comentários, parece-me que ainda ninguém tomou consciência real de que a prática dos factos aqui alegados configuram crime! Vão além das leis laborais e da protecção juridica dos direitos do trabalhador. A ser verdade, trata-se de usurpação de dinheiros públicos em proveito próprio com uma necessidade intrinseca de falsificação de documentos, abuso de poder, assédio moral no local de trabalho e perseguição… ficaria aqui a inumerar muitos outros que reconheci como crimes tipificados no Código Penal português.
    Não sou docente desta instituição ou sequer fui aluna, mas tenho filhos matriculados num JEJD porque acredito no método e acredito nos docentes e na sua dedicação. Sou, também eu, testemunha e vítima, das regras insanas e dos custos exorbitantes com escalar galopante … Confesso que nem sei ao certo porque é que pago o que pago, limito-me a pagar, porque sei que, apesar de tudo, as minhas crias estão seguras e bem acompanhadas com quem lá está. Vi duas directoras irem embora, sem saber bem porquê… fiz perguntas inconvenientes (ao que parece) à "nova directora " que, mantendo a arrogância e altivez, ignorantemente (quero acreditar que foi por ignorância…) me respondeu: "As coisas são o que são, regras que temos de cumprir de Lisboa… do Dr. António!".
    Senhor ao qual, além de todos os títulos académicos e afins que já possui e pelos quais, alegadamente, exige ser chamado, eu acrescentaria, ou até resumiria em: Almighty God António.
    Por mera opinião, creio que este culto à volta da figura deste ilustre senhor (ironia, para que fique claro…) merece algo mais místico do que apenas doutor, ou mestre ou excelência, até os alunos do JEJD já sabem dizer: "(…)são ordens do Dr. António"… evangelizados desde pequenos!
    Por favor senhores denunciem em massa https://www.policiajudiciaria.pt/form/denuncia.php

    Ah, já agora, não assino e envio o comentário como anónimo(a) apenas para preservação dos meus dados pessoais, no entanto, assumirei tudo o que aqui disse, até porque, facilmente em investigação saberão o meu IP (que não escondi ou camuflei) e portanto chegariam à minha identidade.
    Alertando, assim, a todos os que aqui acusam sujeitos, nomeando-os e atribuindo-lhes determinadas práticas ou descrições insultuosas (que acredito que sejam fundamentadas) que também eles podem ser alvo de queixa-crime. Muita cautela com o que aqui escrevem, mas não deixem de denunciar e usem os meios ao v/ alcance.
    É CRIME, e por isso é trabalho para a polícia e Ministério Público, sem a v/ queixa-crime não podemos fazer muito. Há corrupção, mas também há limites e ainda acredito num estado de direito.
    RB

  3. Sim infelizmente nada vai mudar e sim somos todos cobardes depois deste passo era realmente o grande ponto de partida.
    Iniciava- se pela comunicação social (todo o pais ficaria a saber) de seguida se não houvesse nenhuma tomada de atitude por parte da direção greve de TODOS e depois… ia despedir todos ? Não pode é um direito dos trabalhadores .
    E que eu saiba ainda não está acima das leis e há dvogados no sindicato para nos defenderem.
    Sim o Dr já teve e tem muitos processos em tribunal e perde todos e por vezes ainda tem que pagar indemnizações.
    Sei de colegas que mesmo depois de se libertarem desta ditadura seguem para tribunal, se todos fizessem o mesmo…

  4. Boa noite. A única forma de não permitirmos que tudo o que vivemos e expusemos caia no esquecimento será denunciar toda a verdade em várias frentes! Cite, meios de comunicação social, etc. Apelo a todos os colegas, tanto os que saíram como os que ainda se mantêm por necessidade( como eu) a redigir o que testemunharam até hoje. Mesmo que seja anonimamente terá a sua força. Cobardia será baixar os braços depois de termos iniciado esta "voz"! Obrigada pela coragem que têm manifestado!
    Dos "Doutores" nem uma palavra! Vamos continuar a permitir que nada mude?

  5. Boa tarde a todas…acho q ja é mais q tempo de haver uniao entre o pessoal todo…porq ning merece trabalhar assim.

  6. Foi também exatamente assim que me senti quando saí…LIVRE! É pressão e "idiotice" a mais para uma instituição desta dimensão e com uma base de trabalho tão boa.

  7. Era bom que houvesse de facto uma investigação. Ao ponto de provocar a mudança profunda que a AJEJD necessita ao nível da sua gestão fascista e intimidante. Para que as minhas colegas que lá ficaram venham um dia a sentir-se respeitadas,felizes e sem medo de represálias a toda a hora. Atesto que tudo o que aqui foi dito é verdade pois não só o vi acontecer à minha frente como o vivi na pele. E é por tudo isto que saí. E foi das decisões mais libertadoras que tomei até hoje.

  8. Realmente esta publicação criou um espaço para pessoas que conhecem a realidade da João de Deus poderem dizer o que lhes vai na alma e só por isso já valeu a pena.25 mil visualizações?dá para perceber que o caso é sério.
    Só espero que sirva de alavanca para que a situação seja investigada e se faça justiça .Uma coisa é certa,como já aqui foi dito em comentários anteriores, isto é só a ponta do icebergue quando se começar a mexer no caso muito mais vai aparecer…da tirania com os trabalhadores,às viagens, à presidência eterna na associação, à construção de jardins escolas, aos carros, ao assédio moral…vai tudo a eito! Faça-se justiça!

  9. Nomes
    Dois para começar
    Presidente da Associação: António Ponces de Carvalho
    Inspectora: Filomena Caldeira
    Tão triste ver ao que chegou tão prestigiada i instituição.
    Boa sorte aos que lá trabalham.
    Não deixei amigos… todos tiveram medo de me ajudar e outras quiseram poleiro e ajudaram no meu enterro…

  10. Nao pensem que estas denúncias acontecem só nas escolas JD. Trabalho numa IPSS católica e mesmo com freiras na direção a realidade é a mesma��

  11. E o que dizer sobre as famosas circulares escritas em tom ameaçador pelo Exmo. Senhor Diretor, a "impingir" formações na EseJD?

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