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Governo e PSD trocam acusações sobre tempo de serviço dos professores

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No quarto dia da apreciação na especialidade do Orçamento do Estado para 2024 (OE2024), o PSD levou ao debate a sua proposta – que estará em votação esta tarde na Comissão de Orçamento e Finanças (COF) – para recuperar os seis anos, seis meses e 23 dias de tempo de serviço dos professores a partir de 2024 à razão de 20% ao ano.

“É preciso pacificar a escola. Façamo-lo hoje. Assumam o papel de deputados da República, esqueçam por alguns minutos o cartão partidário e aprovem esta medida que é mais do que justa. Se não o fizerem hoje, o PSD fá-lo-á sozinho a partir de 10 de março de 2024”, afirmou a deputada do PSD Sónia Ramos, num desafio direto aos deputados do PS.

A resposta veio da bancada do governo, pela voz do secretário de Estado da Educação, António Leite, que começou por referir que os executivos do PS herdaram uma carreira congelada dos professores, que depois descongelaram e devolveram parte do tempo de serviço.

O governante foi elencando as medidas que foram sendo adotadas para responder a este setor, questionando que foi, no mesmo período, a atuação do PSD sobre o tempo de serviço dos professores.

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1 COMENTÁRIO

  1. Águas passadas não movem moinhos. Estamos interessados no que se vai passar e não tanto no que se passou. E o que se vai passar, da parte do PS é mais do mesmo com as mesmas políticas e com o mesmo ministro em reedição, ou com o Porfírio como ministro, uma vez que a Milú não quererá largar o tacho generosamente subsidiado que agora ocupa. O PSD faz propostas aceitáveis que embora aquém do pretendido e até tímidas, são um avanço considerável em relação ao estatísmo PS. Se se escolhesse só entre os dois, para mim que não me alimento de ideologia, a escolha era óbvia.

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