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“Assunto encerrado sobre o tempo de serviço” – Resumo da entrevista com comentários

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Costa começa a entrevista por falar na Troika, na onda de a culpa é do Passos!

A escola como cantina social…

O chavão das áreas geográficas…os QZP não resolvem todos os problemas. Casa às costas, distâncias e precaridade não são prioridades para os professores…nós explicamos: as prioridades são tempo de serviço, quotas e revisão salarial!

As greves prejudicam as aprendizagens…a falta sistémica de professores, a indisciplina, as turmas multinível e numerosas não!

As aprendizagens não tinham sido recuperadas e estavam agora melhor que no pré-pandemia?

7 anos depois considera que não é razoável a precaridade!

Uma entrevista em modo propaganda!

Sobre a nova forma de vinculação parece ter a lição mal estudada…está confuso e confunde! Omite a situação de que tem de ter 1095 dias e um último contrato em anual e completo!

Se vinculam e têm valorização salarial por serem reposicionados significa que acaba-se o probatório, ou mudam as regras?

“Há matérias a que não vamos conseguir chegar”

Está-se mesmo a ver do que está a falar. Diz que estamos em crise…que só alguns sentem, outros nem tanto. Sobre o congelamento dizer que a carreira continua congelada no 5.º e 7.º escalão!

Assume que afinal a ideia era aquela que todos sabíamos que existia, mas que o ministro garantia que não a tinha feito!

“Estão de boa fé, a ouvir os professores”

Então seria melhor ouvir as prioridades dos professores que não são as do governo

A desculpabilização sobre o tempo de serviço e a sustentabilidade da carreira (lembrar TAP e Bancos).

Assunto encerrado sobre o tempo de serviço. Já assumimos o que conseguimos do que herdamos para trás. (mais uma alusão ao tempo da troika, esquece quem congelou)

Proposta para uma portaria que permita que 75% dos professores do 4.º para o 5.º  e 58% dos professores do 6.º para o 7.º  progridam.

Agora fala do orçamento da educação a aumentar e o da massa salarial também, mas esquece que se deve à quantidade de professores e não aos vencimentos dignos.

Parece que só as medidas sobre a educação têm impacto financeiro a longo prazo…o processo Bancos e TAP não tem impacto nenhum! Tudo certo no mundo da demagogia!

Sobre as greves ainda não há parecer!

Greves da Fenprof são ótimas, as do STOP poucos aderem mas tem impacto muito grande…E então não é isso que é o suposto?

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