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Alunos que não falam, nem entendem, português, despejados meses em salas de aulas

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“I’m an alien…..” Sting
Os que defendem que há alunos que não falam português, que devem ficar meses, todos os dias de uma semana, em salas de aula, onde não entendem uma palavra, em nome da fantasia mirifica da “inclusão”, não entendem o tamanho das tretas da própria teoria.
Porque isso será “imersão”….. Dizem.
No passado, as crianças também aprendiam a nadar atiradas de um cais e “que se desenrascassem…..”
Onde há equidade nisso?
Não há exclusão e não machuca ser o único que não entende nada, semanas a fio?
E não me venham com a balela do tradutor do telemóvel ou atirar a culpa para o professor que “tem de ser mais criativo”….
Não é traumático obrigar uma criança recém chegada a virar-se para si, em vez de lhe dar amigos que entendem a sua experiência e aprendem a língua com ela, enquanto vai contactando com os outros da nova língua maioritária do seu mundo?
Vejam o que fazem o Canadá, a Dinamarca e a Alemanha e deixem-se de tretas.
A “equidade” não é o que se anda a dizer e fazer nas escolas portuguesas.
Poupar uns cobres em nome do “autocolante” da inclusão, que taparia os buracos da teoria para os desatentos, não é digno de um Estado de Direito.
Talvez por isso os papas e cardeais da inclusão andem tão calados. Começa a ser difícil esconder o atentado diário feito ao futuro do país nas escolas neste ponto e noutros.
Não quero armar-me em Zola. Mas acuso quem defende e generalizou tais ideias de crime contra os alunos portugueses e contra a educação.
O mal é que a sociedade não quer saber. E os responsáveis governam.
No dia em que um traumatizado por estas práticas entrar numa escola e matar um professor veremos muitas lágrimas e louvores, mas era hoie que era preciso arrepiar caminho.
Em vez de um despacho meio escondido, que permite grupos se houver recursos, investimento à séria e um programa nacional de medidas estruturadas de acolhimento escolar aos migrantes. E a língua é a prioridade.
Se as palavras bonitas de “incluir” não fossem chavões atirados ao vento, como propaganda política, e tivessem substância filosófica (que não é só teoria, mas é ação, que implica recursos) talvez corresse melhor.
Equidade é coisa mais funda que um boneco parvo de uns meninos a treparem a vedação de um estádio da bola….
Para não chocar e não ser à bruta, ficam uns apontamentos (fraquinhos) de Filosofia do 10o ano sobre Rawls.
Leiam as fontes, pxrra!!!