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“A Fenprof acusará Ministério da Educação” se houver mortes

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Num vídeo de 14 minutos, a Fenprof aponta eventuais responsabilidades ao Ministério da Educação, e por “cumplicidade” à Direção-Geral da Saúde, sobre possíveis casos de covid-19 que possam surgir no regresso às aulas presenciais. “Prevemos que em outubro se vai agravar [o surto de covid-19] e temos uma completa falta de medidas, que sejam adequadas”, diz Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof. “Até já se diz que o estudo em casa é para continuar, tendo em conta os estragos que isso possa trazer para alunos e profissionais da educação”, acrescenta.

No mesmo dia foi a vez de Mariana Vieira da Silva, ministra de Estado e da Presidência, garantir aos jornalistas que a verificação das condições necessárias para a segurança sanitária nas escolas no próximo ano letivo está a ser feita “diariamente” pelo Ministério da Educação. No entanto, a ação do Governo não está a ser suficiente para a Fenprof, que pede uma reunião com Graça Freitas para que valide as orientações enviadas aos estabelecimentos escolares.

Mário Nogueira vai mais longe e afirma que caso se verifiquem “situações de doença, contágio e que possam pôr em causa a própria vida, a Fenprof acusará como responsável moral, e eventualmente até material, o Ministério da Educação com a cumplicadade da Direção-Geral da Saúde”. “O ministro e o ministério têm de respeitar os professores”, concluiu.

1 COMENTÁRIO

  1. E os professores que morrerem vão ficar muito gratos à Fenprof!!!!! É melhor rir, para não chorar por esta medida da Fenprof, perante o que se está a preparar para o próximo ano letivo…

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