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O estranho caso do S.TO.P.! – Ministério da Educação discrimina novo sindicato

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É estranho? É. O novíssimo sindicato S.TO.P. não foi convocado para a reunião de 4.ºf dia 11. Porquê?

Digo eu que é pelo facto de não estar alinhado com nenhum partido, além de que, sozinho conseguiu o que há muito a plataforma sindical não conseguia, UNIR!

O S.TO.P. está a crescer, os professores gostam de ser verdadeiramente ouvidos.

Em comunicado, o Stop diz que continua a não receber por parte do Ministério da Educação qualquer convocatória para esta reunião negocial, apesar de manifestar a vontade em participar no processo.

“Não se trata de esquecimento, mas sim de uma evidente tentativa de discriminação e mais um atropelo da democracia. Para que não haja quaisquer dúvidas, enviámos hoje para o ME [Ministério da Educação], mais uma demonstração da nossa vontade em participar no processo negocial que vai abrir no dia 11 de Julho de 2018”, afirma.

O Stop reafirma a sua total disponibilidade em reunir-se com a tutela “para iniciar um processo negocial sobre as reivindicações que levaram a classe docente a realizar a presente greve, que se iniciou a 4 de Junho e com grande impacto em todo o país”.

Diz o sindicato que entregou a responsáveis do Ministério da Educação uma proposta, a 14 de Junho, reafirmando-a no passado dia 2 de Julho, demonstrando “total disponibilidade em reunir-se, com carácter de urgência, com o ministro da Educação”.

“Passaram-se mais de duas semanas e não existiu qualquer resposta”, sublinha a estrutura sindical, explicando que a 3 de Julho teve conhecimento de que o Ministério da Educação tinha convocado uma reunião com todos os outros sindicatos/federações sindicais docentes, excepto o Stop “precisamente o único sindicato que iniciou este ciclo de greves”.

“O Ministério da Educação parece fazer uma clara opção política, demonstrando que tem sindicatos favoritos em detrimento de outros”, sublinha.

Fonte: Público

É um direito a presença deste sindicato nas negociações, e o facto de não ter sido convidado só lhe dá, felizmente, mais força, pois todos percebemos que por não estar alinhado com nenhum partido do hemiciclo, é um “incómodo”

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