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“Desconsiderar professores deveria ser crime” – de Eduardo Sá – VÍDEO

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Um vídeo onde Eduardo Sá explica muito do que se passa na sociedade, a “dimensão pública do professor é alvo de tamanha consideração, que qualquer um de nós por muito menos já tínhamos desistido.”
“No dia em que os educadores de infância e os professores do 1.°ciclo ganharem tanto como um juiz, nós estamos perto de chegar a um estado de justiça…”

20 COMENTÁRIOS

  1. Por acaso acho incrível a arrogância dos professores que não hesitam em tomar os alunos como reféns. Uma greve dói sempre, dizem. Mas tanto quanto sei, as suas queixas são contra o Ministério, não contra os alunos. Então porque não fazer uma semana de greve fora da época de exames? Podem ser dias seguidos ou interpolados, como acharem melhor. Porque motivo devem os alunos ser sacrificados nas suas avaliações no final do trabalho tido durante o ano letivo?

  2. Quando são os médicos tem a mesma opinião??… O doente sai de casa, paga o transporte (muitas vezes vem de longe), chega ao hospital e é informado que há greve. Fica triste, aborrecido, mas compreende (na maior parte das vezes é isso que acontece). Qual a diferença entre o paciente ou o aluno no que diz respeito às "penalização"? Provavelmente até é muito mais penalizado o paciente que o aluno. A tolerância da sociedade é que é outra…

  3. Na verdade, não compreende coisa nenhuma! Barafusta, frustrado, mas acaba por ter de se resignar pois não tem outra hipótese! O mesmo acontece quando os professores fazem greve, com a agravante de que tem de encontrar soluções para colocar os filhos ou então vai fazer contas ao dinheiro que gastou na compra de livros e material escolar para o seu rebento e que acabou de voar pela janela, por não haver uma avaliação no final do ano letivo!

  4. Convido-vos a serem Profs como eu, durante 1 ano letivo. Que tal? Depois conversamos. Aqui e à mesma hora.

  5. Os professores não querem já tudo! Lutam algum tempo para que o Ministério crie um calendário para a recuperação do tempo de serviço. Protestaram, foram a Lisboa manifestar-se e como tudo excedeu o razoável, estão em greve. No orçamento do Estado, esta situação de recuperação do tempo de serviço foi contemplada e só agora é que o Ministro e 1º Ministro descobriram que não há dinheiro. Estão a falhar. Para quem tem duvidas imaginem que seria possível que depois de nove anos os professores chegassem à conclusão que deveriam anular a progressão da aprendizagem dos alunos? Os pais deveriam mais do que nunca, estar solidários com os professores, pois esta é uma grande lição de dignidade e de luta pelos direitos que assistem a qualquer profissão, que estão a dar aos seus filhos.

  6. Desafio os senhores professores a fazerem uma greve de uma semana (seguida ou em dias interpolados, como entendessem) durante o ano letivo, mas fora da época de exames ou avaliações finais! Afinal, se as suas razões de queixa são contra o Ministério porque motivo são os alunos prejudicados, tomados como reféns das reinvidicações da classe por muito justas que sejam?

  7. Este senhor Fernando Pereira propõe uma greve às aulas! Parece-me que ele se preocupa mais com a avaliação do que com a verdadeira aprendizagem dos alunos. Sou professora, porém defendo uma avaliação de pendor mais formativo. A avaliação através de um exame de 2 a 3 horas é muito questionável. Mas isso é outra questão, que daria "pano para mangas". Quanto à greve, não ligo a "bocas foleiras". Aos pobres de espírito, Deus lhes ilumine o caminho!

  8. Talvez seja de mim que sou um "pobre de espírito", mas, em termos práticos, não consigo distinguir a diferença entre greve às aulas ou greve às avaliações! E até concordo consigo: uma avaliação de todo um percurso escolar através de um exame de duas ou três horas é, no mínimo, questionável! Infelizmente, essa questão desde sempre que nunca pareceu estar na ordem do dia das estruturas sindicais!

  9. Fernando Pereira, Os professores não querem TUDO e AGORA. Querem aquilo que está na lei, que lhes foi prometido sucessivamente pelo governo e que foi recomendado pelo parlamento de modo faseado pelo tempo. O que não aceitam é o APAGÂO, sabe o que é isso?

  10. Sr Fernando Pereira, o Senhor esqueceu-se ou então, não se informou devidamente, antes de vir para aqui opinar, o que é lamentável. Todas as pessoas têm o direito de emitir a sua opinião desde que, antecipadamente tenham tido a preocupação de devidamente se esclarecerem acerca do assunto, para não cometerem injustiças com aquilo que dizem. Antes desta, os professores já fizeram outras greves, ao longo do ano, por causa desta situação. Não ponha a culpa para cima dos professores que não têm nenhum prazer em fazer greve, antes pelo contrário, pois só lhes acarreta prejuízos e desgaste. O único culpado desta situação é o ministério que anda a "brincar " com os professores e não os respeita, ao simplesmente querer apagar do seu tempo de serviço, 9 anos, 4 meses e 2 dias (o que é uma injustiça), obrigando-os a enveredar por formas de luta mais drásticas. Também não é correto o senhor dizer que "os professores querem tudo e agora" pois os professores nem sequer exigem os milhares de euros que deixaram de receber durante esses 9a4m2d, apenas querem que esse tempo lhes seja contado e até aceitam que seja de uma forma faseada. Claro que uma greve causa transtorno a toda a orgânica de uma sociedade e mexe com as suas estruturas, mas esse é mesmo o seu objetivo: abalar, incomodar, agitar…
    E para finalizar, tenho a certeza que todos aqueles que barafustam e estão hoje, contra os professores, se apenas por uma semana, ocupassem o seu lugar, certamente que mudariam a sua opinião.

    e

  11. Não sei se esta afirmação é verdadeira ou não, pois não confirmei mas, a ser verdadeira, só revela a consciência da importância que o professor teve para a sua formação e tem para o desenvolvimento do seu país. Não é fruto do acaso, a cultura (em todos os aspetos) e o desenvolvimento que o Japão possui.

  12. O direito à greve é de todos e todos a fazem quando têm que reivindicar os seus direitos, seja o professor, o médico, o camionista… só não entendo por que motivo o professor é o mais fortemente atacado e agredido em todos sentidos. Haja bom senso!

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