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Procura cai a pique nos cursos que formam educadores de infância e professores

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Onúmero de jovens colocados nos cursos que formam educadores de infância e professores até ao 6º ano caiu 60% em 10 anos. Segundo dados da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), na 1ª fase do concurso nacional de acesso de 2019 entraram 444 alunos nas licenciaturas em Educação Básica. Dez anos antes tinham sido 1100. A situação não é muito diferente na evolução do número de inscritos em mestrados em ensino, necessários para concorrer a dar aulas no 3º ciclo e secundário. Em 2011 havia mais de sete mil. Em 2017, último ano para o qual há dados, eram 4200. Além da redução da procura, os dados da DGES também permitem saber as notas médias com que os alunos ingressaram nos cursos de Educação Básica e nos exames nacionais que servem de prova de ingresso. Regra geral, as médias são baixas, na casa dos 11 a 13 valores. A exceção acontece no Politécnico do Porto, onde a média dos colocados em 2019 foi de 14,5 valores, ou em Viseu onde os sete que entraram tiveram média de 14. Este ano letivo e acompanhando o aumento de entradas no ensino superior — 54 mil estudantes garantiram o ingresso nas duas primeiras fases do concurso, o que equivale a um aumento de 16% face a 2109 — os cursos de Educação Básica também tiveram mais procura, contando com mais de 600 caloiros.

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