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Plano de desconfinamento: primeiras aulas a partir de 18 de maio, entre as 10h00 e as 17h00

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O primeiro-ministro confirmou esta quinta-feira que a maioria dos alunos do secundário vão poder regressar às aulas presencias a partir do dia 18 de maio. A abertura das escolas far-se-á para os estudantes inscritos no 11º e 12º anos dos cursos gerais e para o 2º e 3º anos dos cursos profissionais e outras vias do ensino secundário. E os horários também estão bem definidos: aulas só entre as 10h00 e as 17h00, de forma a não coincidir com horas de ponta.

A sua frequência é facultativa – se os pais não quiserem basta comunicá-lo – e as aulas só existirão para as disciplinas que têm exames nacionais, que servirão apenas para a entrada nos cursos superiores.

O uso de máscaras será obrigatório dentro das escolas, por parte de alunos, professores e funcionários.

Quanto aos mais novos, António Costa também confirmou que as creches (dos 0 aos 3 anos) vão poder abrir antes dos jardins de infância (3-5 anos).

Assim, as creches que cumprirem as condições de higiene e segurança que ainda vão ser emitidas pela Direção-Geral de Saúde podem abrir portas a 18 de maio. Os pais que não quiserem colocar os seus filhos nesses equipamentos e que estão a receber o apoio à família podem continuar a optar por essa ajuda. Mas a partir de 1 de junho cessa esse apoio.

É nesse dia que deverão abrir os jardins de infância e também os centros de atividades de tempos livres.

Os equipamentos sociais na área da deficiência retomam a atividade antes, a 18 de maio.

LÁ FORA

Em Itália já não se volta, noutros países regressam apenas alguns alunos, como é o caso de Portugal e Espanha, e há ainda Estados que preveem um retomar das aulas presenciais faseado para todos ainda este ano letivo. Uns começam pelos estudantes mais velhos (como a Alemanha), a maioria inicia o regresso à nova normalidade pelos mais novos.

E há, claro, a exceção sueca que optou por medidas de confinamento muito menos restritivas e manteve creches e escolas do ensino básico a funcionar. O mesmo aconteceu na Islândia. Na Finlândia nunca fecharam as creches e os primeiros três anos da escola primária.

A Dinamarca foi o primeiro país europeu em lockdown a reabrir parte do seu sistema educativo. As escolas fecharam no mesmo dia que em Portugal – a 16 de março – mas creches e escolas primárias já tiveram autorização para voltar a funcionar. Os mais velhos, a partir dos 12 anos, só depois de 10 de maio.

Também na Noruega, abriram infantários e jardins de infância (20 abril) e as primárias no início da semana, o que implicou o regresso de cerca de 500 mil crianças às escolas neste período.

Um pouco por todo o lado, as regras repetem-se: reforço da higiene, obrigatoriedade de lavar as mãos várias vezes ao dia, controlo de temperatura, grupos de crianças e alunos por sala limitados, restrições à entrada objetivos e brinquedos de fora são algumas das medidas que têm vindo a ser tomadas.

Fonte: Expresso

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