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Os professores e a vacinação (dos) de risco

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Com certeza que ao ler o título ficou com as mesmas dúvidas que eu fico sempre que oiço a Dra. Graça Freitas. Não a vou chamar Gracinha, nem fazer nenhum tipo de escárnio com a senhora, mas é um facto que quando a oiço fico confuso.

Que as afirmações iniciais sobre o vírus tenham sido dificultadas pelo conhecimento que dele tinham, aceito. Que o chega e não chega a Portugal, que usem e não usem a máscara possa ser desculpado pela comunicação, ridícula, da OMS e a falta de stock, respetivamente, também aceito.

Que se justifique a não vacinação dos professores por estes, por si só não serem grupos de risco, parece-me um cúmulo dos cúmulos.

Que a maioria dos professores, por si só, que quer dizer só pelo facto de serem professores, não pertençam a um grupo de risco específico, até entendo. Mesmo que se saiba que a classe é envelhecida e muitos trabalham com várias patologias, crónicas e não crónicas.

Que não se considere alterar as regras de prioridade no plano de vacinação para a Covid19, uma vez que as escolas continuarão abertas e querem que assim continuem até à obtenção da imunidade de grupo, já me parece rocambolesco.

Quando os sindicatos, timidamente, pedem esta alteração não é porque de março de 2020 a janeiro de 2021 os professores tenham passado todos os 50 anos(que não é assim tão difícil no caso dos quadros) e adquirido, entretanto em alguma Amazon, uma doença crónica.

O que se pede é que se reconsidere o risco da profissão uma vez que as escolas ficarão abertas!

Baralhado? Também eu!

 

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