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“Não se podem deixar as escolas entregues à sua sorte” – Ricardo Baptista Leite

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SOS Escolas

São cada vez mais audíveis os gritos silenciosos de todos os que diariamente deixam os seus filhos na escolas onde esbarram com medidas e normas confusas e, por vezes, incompreensíveis. depois de ter tornado público o meu número de telefone para receber mensagens por WhatsApp  (911 937 922) no sentido de dar o apoio possível neste tempo de crise, as mensagens de professores não param de entrar.

Afinal, o que se passa nas escolas? Quando o Governo decidiu reabrir as escolas, sabíamos que a missão iria ser desafiante e que se exigia um esforço coordenado entre comunidades educativas, autarquias, autoridades de saúde e ministérios. Hoje, passados meses dessa decisão, O Governo confirma 68 escolas com surtos, e o sindicato dos professores números sistematicamente superiores, agora na casa das centenas.

Mais, o número de casos Covid-19 entre crianças com menos de nove anos subiu 66% nos últimos 15 dias. Alunos, professores e pessoa não docente têm de ser protegidos. Não se entende a falta de clareza de confinar alunos e manter professores nas escolas mesmo quando os contactos de risco foram similares. É incompreensível que pessoas infetadas ou suspeitas  não estejam a ser contactadas pela autoridade de saúde.

Urge testar semanalmente todos os que trabalham nestas instituições. Não se podem deixar as escolas entregues à sua sorte.

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