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Ideologia do género, ao que nós chegámos! Para onde nos querem levar?

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 Questão inicial – querem, à imagem do Brasil, Canadá, EUA, Holanda e outros tantos países, implementar nas escolas portuguesas a Ideologia do Género? Creio que sim…

Em primeiro lugar interessa perceber e esclarecer o que é isto de Ideologia do Género?

O psiquiatra John Money é considerado o pai desta ideologia, que utilizou pela primeira vez o termo “Identidade de Género”, segundo o qual um individuo é percebido como masculino, feminino, homossexual, lésbico, transsexual, bissexual ou sexualmente fluído, independentemente da impressão genética e genital.

A enorme difusão da teoria da Identidade de Género, creio, deveu-se ao facto de que, desde do início dos anos 90, a ONU nos seus documentos ter abandonado o termo “sexo” e passou a usar o termo “género”. Palavra consagrada na Conferência Mundial de Mulheres de Pequim.

A Ideologia de Género, ou também chamada de Ideologia da Ausência de Sexo, não é mais do que uma crença segundo a qual os dois sexos – masculino e feminino – são considerados construções culturais e sociais, ou seja somos do género masculino ou feminino, ignorando toda a carga genética e genital, porque a sociedade nos impõe esses papeis.

Se isto já não é bom, pior fica quando a Ideologia de Género defende, com base nas premissas do seu pai, John Money, a ideia segundo a qual não existe apenas a mulher e o homem, mas existem “outros géneros”, sabe Deus quais, e que qualquer pessoa pode escolher um desses “outros géneros” , ou mesmo alguns desses em simultâneo.

Sobre este assunto o Papa Bento XVI (2012), refere “De acordo com esta filosofia, o sexo já não é considerado um elemento dado pela Natureza e que o ser humano deve aceitar e estabelecer um sentido pessoal para a sua vida. Em vez disso, o sexo é considerado pela Ideologia de Género como um papel social escolhido pelo indivíduo, enquanto que no passado, o sexo era escolhido para nós pela sociedade. A profunda falsidade desta teoria e a tentativa de uma revolução antropológica que ela contém, são óbvias.

As pessoas [que promovem a Ideologia de Género] colocam em causa a ideia segundo a qual têm uma natureza que lhes é dada pela identidade corporal que serve como um elemento definidor do ser humano. Elas negam a sua natureza e decidem que não é algo que lhes foi previamente dado, mas antes que é algo que elas próprias podem construir.

De acordo a ideia bíblica da criação, a essência da criatura humana é a de ter sido criada homem e mulher. Esta dualidade é um aspecto essencial do que é o ser humano, como definido por Deus. Esta dualidade, entendida como algo previamente dado, é o que está a ser agora colocado em causa.
(…)

Quando a liberdade para sermos criativos se transforma em uma liberdade para nos criarmos a nós próprios, então é o próprio Criador que é necessariamente negado e, em última análise, o ser humano é despojado da sua dignidade enquanto criatura de Deus que tem a Sua imagem no âmago do seu ser.
(…)

A Ideologia de Género é uma moda muito negativa para a Humanidade, embora se disfarce com bons sentimentos e em nome de um alegado progresso, alegados direitos, ou em um alegado humanismo. Por isso, a Igreja Católica reafirma o seu assentimento em relação à dignidade e à beleza do casamento como uma expressão da aliança fiel e generosa entre uma mulher e um homem, e recusa e refuta as filosofias de género, porque a reciprocidade entre o homem e a mulher é a expressão da beleza da Natureza pretendida pelo Criador.”

Ora, poderão dizer-me que isto trata-se de uma posição conservador por parte da igreja, mas o facto é que o próprio presidente da Associação Americana de Pediatras, faz um apelo aos professores, legisladores, pais e próprios médicos, sobre a tal Ideologia de Género.

Numa nota oficial, assinada por ele e pelo chefe da psiquiatria do mais famoso e mais acreditado hospital do EUA, da Universidade John Hopkins, diz que todos nascem com sexo biológico como no Reino Animal, e aqueles do Género Humano, a que pertencemos, nascem machos e fêmeas, isto é um facto biológico, não é a ideologia que marca o nosso sexo, que determina a fatalidade do sexo.

Ele lembra que transtornos de mal formação são raros, transtornos biológicos, transtornos fisiológicos, e estes transtornos não são terceiro sexo, ninguém nasce com género, nasce com sexo, diz a AAP.

O género masculino e feminino só existe na gramática, o sapato é do género masculino, a cadeira é do género feminino.

Na biologia não, na biologia temos sexo -machos e fêmeas. Quando um menino pensa como menina e uma menina pensa como um menino, isso não muda o seu sexo, esse transtorno já esta no Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Psiquiátrica Americana.

Lembram também que puberdade não é doença, e que é perigoso que queiram aplicar tratamentos, com hormonas, pois estas bloqueiam a puberdade e podem levá-los a estados doentios.

O pediatras dizem que 98% dos meninos e 88% das meninas tratadas psicologicamente, que estejam confusos com o sexo, acabam por aceitar o sexo biológico, agora, hormonas como tratamento podem dar problemas de saúde graves (AVC, Cancro), para além de que está provado que aumenta o índice de suicídio, sendo vinte vezes maior com o uso de hormonas do sexo oposto ou com a ação de uma cirurgia para mudar de sexo, inclusive em países “open mind” como a Suécia.

A Sociedade de Pediatria considera um abuso infantil fazer isso, enganando os pais, confundindo as crianças aconselhando até a tratamentos nas chamadas clínicas de género.

Em Portugal, o próximo passo será que nas escolas se meta na cabeça das crianças esta ideologia, dizendo que não há diferenças.

Mas há, sim, diferenças e graças a essas diferenças nós nos reproduzimos, isso é biológico não é da cabeça.

Este é o parecer da AAP, percebo que seja um assunto delicado e polémico, mas fica o alerta para os pais lidarem com isso, agora que o objetivo é alterar os comportamentos das crianças na base da educação!

SUTEB

1 COMENTÁRIO

  1. 100% de acordo! Diversidade e complementaridade homem – mulhere é uma questão biológica e da Natureza humana, não religiosa mas infelizmente só a Igreja e poucos outros procuram alertar e lutar contra a Ditadura do Pensamento Único imposto pelas lobbys LGBT onde a Ideologia do Gênero é o "pé-de-cabra" para desagregar, violar, desintegrar e destruir a base da sociedade que é a família natural: é nosso dever de pais opôr-nos ao mainstream e à diabólica Ideologia homosexualista!

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