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É homofobia defender o direito das crianças terem um pai e uma mãe?

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Será que defender os direitos das crianças é o mesmo que ser homofóbico?

Preocupa-me a onda crescente, que começa a chegar às escolas, do relativismo, pois a Ideologia (homossexualista) do género não tem razão moral sólida, lógica ou ciêntifica para servir de base às suas reivindicações, por isso os argumentos são geralmente frases “clichés”, lógicas falíveis e insultos a quem defende o contrário.

O exemplo mais comum é a acusação de “homofobia” para quem se atreve a assumir posições críticas sobre a agenda LGBT que tem a Ideologia de Género como uma das suas principais armas, pois essa Ideologia tem como alvo as crianças de modo que sejam plasmadas segundo os seus princípios desde os quatro anos.

Quem critica, assumidamente, as teorias homossexualistas, é por definição um homofóbico, uma pessoa cheia de preconceitos, passando a sua opinião a não valer nada, à priori.

Devemos aceitar, passivamente, esta equação injustificada?

Deixando de lado aqui o facto de que “homofobia” é um termo inventado com um propósito específico, passamos para a análise do que realmente acontece ao aceitar esses insultos sem qualquer resposta.

Aceitar um discurso em defesa dos direitos dos homossexuais na adoção de crianças, sem reagir indignado, sempre que for atacado e erradamente, tratado como pessoa cheia de preconceitos, deixá-lo-á bloqueado no pseudo argumentos LGBT.

Estamos a chegar ao cúmulo de se querer substituir as palavras mãe e pai por “pai 1” e “pai 2”, como refere Luce Irigaray, filósofa, psicanalista e linguista belga, independentemente do género e para não ferir suscetibilidades, estamo-nos a tornar um simples número, a nossa identidade natural tende a desaparecer.

Pretende-se que seja aceite, passivamente, o novo significado imposto à palavra “homofobia”, um termo que etimologicamente deve referir-se a uma fobia, de facto, para “o que é igual”, mas ao longo do tempo tem cada vez mais assumido um significado preciso: aversão ao lobby gay.

Hoje quem se arrisca a defender um modelo social em que seja garantido um pai e uma mãe à criança é logo catalogado como sendo homofóbico.

Quem diz que defender os direitos das crianças é o equivalente lógico de se ter “medo do igual”, ser homofóbico, está a usar uma lógica falível sem base científica!

É importante mostrar que não há nenhuma ligação lógica entre o (alegado) “medo do igual” e a defesa dos direitos naturais da criança, a primeira das quais é ter um pai e uma mãe.

SUTEB & MFV

1 COMENTÁRIO

  1. O termo homofobia é uma invenção da lobby homosexualista para tapar a boca a quem ousa criticar a Ideologia gay. Quem se opõe a essa ideologia é logo agredido e punido pela Gaystapo, o braço armado da Ditadura Gay!

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