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DGS está a preparar guia de apoio em caso de infeção nas escolas. Sabia?

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«Estamos a fazer um referencial que ajude as autoridades de saúde e a comunidade educativa a, perante determinadas circunstâncias, avaliarem o risco e, dessa avaliação, tomarem as medidas proporcionais», afirmou Graça Freitas .

As circunstâncias a que a diretora-geral da Saúde se referia são eventuais casos de infeção nas escolas, possibilidade que Graça Freitas admite, apesar das medidas de segurança, sublinhando que o risco nunca será nulo.

«Não podemos dizer que o risco é zero. Vamos ter alguns casos em algumas escolas e, dependendo das características desses casos e das dimensões, serão ativados mecanismos proporcionais para minimizar cadeias de transmissão», explicou.

Sobre o regresso às escolas, Graça Freitas acrescentou que as regras definidas pelo Ministério da Educação acompanham as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) e, por isso, vão permitir que o ano letivo seja retomado com a maior normalidade possível.

A mesma normalidade não se vai fazer sentir, no entanto, nas atividades extracurriculares do Desporto Escolar.

Questionada sobre as medidas de segurança para estas atividades, a diretora-geral explicou que, para já, essa não é uma prioridade, estando atualmente em fase de conclusão um documento sobre a prática de modalidades desportivas.

«Em relação às escolas, posição da DGS é a de incentivar prática de atividade física, individual e em sala, e depois o chamado Desporto Escolar será pensado numa outra faseΩ, afirmou Graça Freitas.

A retoma das atividades desportivas extracurriculares dentro da escola será faseada, considerando a diretora-geral da Saúde que «não pode começar tudo ao mesmo tempo», e só depois de definidas as normas para cada modalidade serão emitidas orientações para a prática nas escolas.

O ano letivo arranca entre 14 e 17 de setembro com aulas presenciais, depois de um ano que terminou com ensino à distância devido à pandemia da covid-19, que obrigou ao encerramento de todos os estabelecimentos de ensino em meados de março.

Em maio, os alunos do 11.º e 12.º anos puderam regressar às escolas, retomando algumas aulas presenciais, experiência que, segundo Graça Freitas, permitiu aprender que, apesar de o risco não ser inexistente, o cumprimento das medidas preventivas permite que seja reduzido.

Diário do Minho

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